
Duas tentativas brutais de feminicídio abalaram o interior paulista nesta semana, mas a justiça — finalmente — começou a ser feita. Dois suspeitos, que pareciam agir com uma frieza de cortar o coração, foram capturados pela polícia depois de uma investigação que misturou tecnologia pura e velha inteligência policial.
O primeiro caso, em Capão Bonito, foi daqueles que dão arrepios. Um homem de 27 anos — cujo nome a gente nem quer mencionar — tentou tirar a vida da própria companheira com uma facada. Sim, você leu certo: dentro da própria casa onde deveria reinar a segurança. A vítima, milagrosamente, sobreviveu e conseguiu acionar a polícia.
Mas olha só como as coisas acontecem: enquanto os agentes corriam para atender essa ocorrência, eis que surge outro chamado. Dessa vez em Itapetininga, e a história era assustadoramente similar. Outro indivíduo, de 32 anos, também tentou assassinar uma mulher a facadas. O modus operandi era tão parecido que os policiais imediatamente desconfiaram de que poderia haver mais coisa por trás.
As investigações correndo contra o tempo
Os PMs do 2º Batalhão de Itapetininga não perderam tempo — e olha que isso faz toda a diferença nessas horas. Eles isolaram a área, coletaram evidências e, o mais importante, ouviram as vítimas. Cada detalhe, por menor que fosse, foi anotado e cruzado.
E não é que as peças começaram a se encaixar? As investigações revelaram que os dois suspeitos — pasmem — já tinham passagens pela polícia por violência doméstica. Uma daquelas coincidências que não são coincidências, sabe?
Com mandados de prisão em mãos, os policiais foram atrás dos acusados. A captura foi rápida, quase anticlimática depois da brutalidade dos crimes. Ambos foram levados para a cadeia, onde aguardam o andamento processual. A sensação de alívio na região é palpável, mas a pergunta que fica é: quantos casos assim ainda acontecem sem que ninguém fique sabendo?
Um problema que vai além das estatísticas
O que mais choca nesses casos — além da violência gratuita, claro — é a frieza com que tudo foi executado. Dois homens, duas cidades diferentes, mesma metodologia cruel. Isso nos faz pensar sobre como a violência contra a mulher está entranhada em certos cantos da sociedade.
As vítimas, felizmente, estão vivas e recebendo todo o apoio necessário. Mas as marcas, essas, ficam para sempre. Não só físicas, mas psicológicas. É um daqueles momentos que a gente se pergunta: até quando?
Enquanto isso, a polícia continua investigando se havia alguma conexão entre os dois agressores. Até agora, tudo indica que foram crimes isolados, mas o fato de seguirem um padrão tão similar é no mínimo perturbador.