Tragédia em Lar de Idosos: Homem de 76 Anos Morre Prensado por Elevador Hidráulico em Presidente Prudente
Idoso morre prensado por elevador em lar de idosos

Uma cena de horror se desenrolou nesta quinta-feira (29) em Presidente Prudente, no interior paulista. Um senhor de 76 anos, cujo nome ainda não foi divulgado, perdeu a vida de maneira absolutamente aterradora — prensado por um elevador hidráulico dentro do próprio lar de idosos onde residia.

Pois é, meu amigo. Às nove e meia da manhã, o silêncio do abrigo foi quebrado por gritos de desespero. O idoso, que aparentemente realizava algum tipo de manutenção — ou talvez apenas tentasse consertar algo — no equipamento, ficou subitamente preso na parte inferior do mecanismo. Uma armadilha de aço que não perdoou.

O Socorro Imediato e a Luta pela Vida

Quando a equipe do local percebeu a gravidade da situação, o pânico se instalou. Ligaram para o resgate às 9h38, mas, convenhamos, nessas horas cada segundo parece uma eternidade. Os bombeiros chegaram correndo, encontraram o homem já sem sinais vitais. Imagine a cena: colegas de residência, funcionários… todos em choque, paralisados pela tragédia que se abateu sobre um lugar que deveria ser sinônimo de segurança.

Não foi um acidente de trânsito, não foi uma doença. Foi algo tão mecânico, tão evitável, que dói ainda mais. O elevador hidráulico, um equipamento que deveria facilitar a vida, transformou-se em uma armadilha mortal.

Investigações e o Que Resta

Agora, as autoridades correm atrás das respostas. A Polícia Civil já abriu inquérito para apurar as causas — e possíveis responsabilidades — por essa morte tão absurda. Será que houve falha humana? O equipamento estava com a manutenção em dia? Perguntas que ecoam no vazio deixado por uma vida perdida.

O corpo do idoso foi encaminhão para o IML local, onde deve passar por perícia. Enquanto isso, os outros residentes e a equipe do lar receberão acompanhamento — porque uma coisa é certa: trauma assim não some sozinho.

Uma morte que choca não só pela violência, mas pelo local. Um abrigo. Um lugar que deveria ser um porto seguro para quem já viveu tanto. E no final, foi entre quatro paredes, sob o peso frio de uma máquina, que tudo terminou. Triste, não? Um daqueles casos que te fazem questionar a segurança dos lugares que escolhemos para nossos anciãos.