Operação de Fiscalização no Litoral do Piauí Apreende Meia Tonelada de Produtos Irregulares
Fiscalização apreende 520 sacos irregulares no litoral do PI

Parece que a fiscalização resolveu dar um passeio pela costa piauense — e olha, não gostou nem um pouco do que encontrou. Nesta quinta-feira (28), uma força-tarefa daquela que dá medo em comerciante desonesto desembarcou no litoral e simplesmente apreendeu nada menos que 520 sacos de produtos que estavam… bem, digamos que longe das condições ideais de consumo.

Carne, pescado, bebidas — tudo misturado, tudo armazenado de um jeito que faz a gente torcer o nariz só de imaginar. A operação não foi brincadeira: contou com a Agência de Defesa Agropecuária (ADAPI), a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária, num daqueles raros momentos em que os órgãos públicos decidem falar a mesma língua.

E não pense que foi algo rápido. A ação rolou em Luís Correia, na famosa Praia do Coqueiro, e também no município de Cajueiro da Praia. Dois dias de trabalho duro, vasculhando comércios locais e encontrando de tudo — menos condições sanitárias decentes.

O que tinha nesses 520 sacos?

Ah, a pergunta que não quer calar. A lista é grande e um tanto quanto preocupante:

  • Pescado sem a mínima refrigeração adequada — aquele que já estava com cara e cor de coisa duvidosa
  • Cortes de carne que desafiavam qualquer norma sanitária básica
  • Bebidas que, convenhamos, ninguém em sã consciência colocaria na mesa de casa

Tudo foi levado para um aterro controlado, porque — claro — destino de consumo humano não seria mesmo. A população local até agradece, ainda que alguns comerciantes possam estar torcendo o nariz.

E agora, o que acontece?

Os estabelecimentos que estavam comercializando esse material… digamos, "duvidoso", já foram notificados. E não vai ser uma notificação daquelas que a gente ignora na porta da geladeira. São autuações que podem dar uma dor de cabeça e tanto — multas pesadas e, em casos mais graves, até interdição.

É aquela velha história: quer vender? Venda direito. Ou a fiscalização aparece — e aí o prejuízo é bem maior.

No fim das contas, a operação serviu como um alerta. Um recado claro de que, mesmo no litoral distante, a lei sanitária existe — e pode bater na sua porta quando você menos espera.