
Mais uma madrugada em Campinas que termina em sangue e mistério. Dessa vez, o palco da tragédia foi a Avenida John Boyd, por volta das 3h30 da manhã – horário em que a cidade deveria estar dormindo, mas que se tornou cenário de um crime brutal.
Testemunhas que preferiram não se identificar – quem pode culpá-las? – relataram à Polícia Militar um verdadeiro festival de estampidos. Não foram dois ou três disparos: foram doze. Doze projéteis que transformaram um homem de 28 anos em mais uma estatística violenta.
O que levou a isso? A polícia trabalha com várias hipóteses, mas uma coisa é certa: a precisão dos tiros e a frieza do ato sugerem que não foi um crime passional ou acidente. Isso tinha cara de execução – daquelas bem planejadas.
O Cenário do Crime
A avenida, normalmente movimentada, estava deserta naquele momento. A escuridão da madrugada, quebrada apenas por postes de luz, testemunhou tudo em silêncio. Quando a PM chegou, encontrou o homem já sem vida, caído no asfalto ainda quente do fim de noite.
Os peritos do Instituto de Criminalística fizeram a cena do crime, coletando cada cápsula, cada fragmento de evidência. Doze cápsulas! Você imagina o que se passa na cabeça de alguém que dispara doze vezes contra outro ser humano?
As Investigações
O homem ainda não teve a identidade revelada – aguardando notificação da família, como manda o protocolo. Mas a polícia já corre atrás de pistas: câmeras de segurança de estabelecimentos próximos, possíveis testemunhas que não quiseram falar inicialmente, padrões de crimes similares na região.
Algo me diz que esse caso não vai ficar parado. Quando um crime é tão… explícito assim, geralmente deixa rastros. A questão é: será que alguém vai ter coragem de falar?
Enquanto isso, Campinas acorda mais uma vez com a notícia de mais uma vida perdida para a violência. Quando é que isso vai acabar? Será que um dia vai?