Flagrado com Maconha: Homem com Mandado de Prisão em Aberto é Preso no Vales de MG
Homem com mandado de prisão é flagrado com 12 barras de maconha

Imagina só a cena: um indivíduo, já devidamente fichado e com um belo de um mandado de prisão pendurado no nome, achando que poderia simplesmente sair por aí como se nada estivesse acontecendo. A realidade, é claro, pregou-lhe uma peça — e das boas.

Nesta quarta-feira, 28, a sorte (ou a falta dela) desse cidadão simplesmente acabou. Durante uma ação de rotina — ou talvez nem tão rotineira assim —, os olhos atentos da law enforcement local se voltaram para ele. E não foi à toa.

Lá estava ele, tranquilamente carregando uma mochila. Parecia comum, inofensiva. Mas, como bem sabemos, as aparências enganam — e muito. Dentro dela, escondidas como se fossem apenas pertences cotidianos, estavam nada menos que 12 barras de maconha.

Pois é. A quantidade não era pouca, e a ousadia, menos ainda. O que me faz pensar: será que ele realmente acreditava que ninguém perceberia? Que a justiça simplesmente havia esquecido aquele mandado de prisão em aberto contra ele? A ingenuidade, às vezes, beira o surreal.

Um passado que teima em não ficar para trás

O mais irônico de tudo isso é que o sujeito já estava no radar. Sim, você leu certo. As autoridades já sabiam quem ele era e o que devia — afinal, mandado de prisão não se abre todo dia, não é mesmo?

E ainda assim, ele seguiu pela vida como se fosse intocável. Até que, claro, a lei decidiu provar que não só o toca, como também prende. A mochila foi apreendida, o homem foi detido e, agora, ele terá muito tempo para refletir sobre suas escolhas — provavelmente atrás das grades.

Não consigo deixar de me perguntar: o que se passa na cabeça de alguém assim? É uma mistura de audácia pura com uma pitada de delírio, talvez. Ou será apenas o desespero falando mais alto? Difícil saber.

E as consequências? Bem, elas chegaram

Além de responder pelo mandado de prisão em aberto — que, convenhamos, já é problema suficiente —, ele agora encara acusações de tráfico de drogas. E convenhamos, com 12 barras de maconha, fica complicado argumentar que era apenas para “uso próprio”, não acha?

O caso serve como daqueles alertas que a gente sempre ouve, mas que alguns insistem em ignorar: a justiça pode até demorar, mas dificilmente falha. E quando menos se espera, lá está ela, batendo na porta — ou, neste caso, abordando na rua.

Que fique de lição, ou pelo menos de aviso: não adianta tentar burlar o sistema. Cedo ou tarde, a conta chega — e, dessa vez, chegou com 12 barras de evidência.