
Imagine a cena: uma tarde aparentemente tranquila em Resende, interior do Rio, transformada num pesadelo. Dois bandidos, armados até os dentes, invadem uma residência e fazem três mulheres reféns. Só que não eram mulheres quaisquer—eram a mãe e as avós de Flávio Bolsonaro, ex-senador e filho do ex-presidente.
Pois é, meu amigo. O que parecia mais um assalto comum revelou-se uma trama de alto escalão, cheia de tensão e drama familiar. Os criminosos, sabendo ou não quem estavam sequestrando, agiram com frieza e precisão. Levaram joias, dinheiro e eletrônicos, mas o que ficou mesmo foi o trauma.
Operação policial rápida e eficaz
A polícia não perdeu tempo—e olha que isso, no Brasil, até que é surpreendente. Em menos de 48 horas, dois suspeitos já estavam atrás das grades. Um deles foi pego em Volta Redonda, outro na própria Resende. A perícia encontrou evidências que os ligam diretamente ao crime. Sabe como é, né? Às vezes a ganância fala mais alto, e eles deixaram rastros.
Não vou mentir: a comoção foi geral. Quando a notícia vazou, até quem não curte política ficou indignado. Fazer refém idosa? A avó do cara? É um absurdo que mexe com qualquer um, independente de time político.
E agora, o que esperar?
Os investigados seguem detidos, e a polícia não descarta que mais pessoas tenham envolvimento. Ainda bem que ninguém se feriu fisicamente, mas psicologicamente… isso demora. Bem mais.
Esse caso escancara, de novo, a violência que a gente vive no dia a dia. E se fosse com a sua família? É de gelar a espinha.