Mulher trans é detida no interior de Alagoas por guardar centenas de arquivos de abuso sexual infantil
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) efetuou a prisão em flagrante, nesta quinta-feira (16), de uma mulher trans de 42 anos, suspeita de armazenar material de abuso sexual infantojuvenil na cidade de Porto Real do Colégio, localizada no interior do estado. De acordo com as informações divulgadas pela corporação, aproximadamente 600 arquivos desse tipo foram localizados em um dispositivo eletrônico pertencente à investigada.
Operação conjunta desencadeia a prisão
A ação policial foi conduzida pela Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), com base em dados e informações compartilhadas entre a Polícia Civil e a Polícia Federal. Durante o cumprimento do mandado, agentes e escrivães conseguiram identificar diversas mídias com conteúdo ilegal no equipamento principal da suspeita.
A polícia ressaltou que os arquivos não apenas estavam armazenados, mas também teriam sido compartilhados, o que agrava a situação. A mulher foi autuada em flagrante pelo crime de armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil, conforme a legislação brasileira.
Contexto de outros casos similares na região
Este caso se soma a uma série de ocorrências recentes envolvendo crimes sexuais contra menores em Alagoas. Recentemente, um jovem de 26 anos foi preso em Maceió, suspeito de abuso sexual contra sua enteada de 11 anos. Além disso, a polícia investiga se uma sobrinha está entre as vítimas de um animador infantil detido por abuso sexual na capital alagoana.
Outro animador de festas para crianças também foi preso em Maceió por exploração sexual infantil, demonstrando um padrão preocupante que tem mobilizado as forças de segurança no estado.
A prisão desta quinta-feira reforça a atuação das autoridades no combate a crimes digitais e violações contra crianças e adolescentes, destacando a importância da cooperação entre órgãos policiais para identificar e prender os responsáveis.



