Litoral de SP tem 43 praias impróprias para banho, alerta Cetesb
43 praias de SP impróprias para banho, diz Cetesb

Litoral de São Paulo registra 43 praias impróprias para banho em novo relatório

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou nesta quinta-feira (19) seu relatório semanal de balneabilidade, apontando que 43 praias do Litoral de São Paulo estão impróprias para banho. O levantamento, que monitora a qualidade da água em praias paulistas, indica um cenário preocupante para banhistas e turistas na região.

Critérios de avaliação e riscos à saúde

De acordo com a Cetesb, a classificação de uma praia como imprópria ocorre quando são identificadas mais de 100 colônias de bactérias a cada 100 milímetros de água. Esses locais são sinalizados com bandeiras vermelhas para alertar a população. O órgão ambiental recomenda evitar o banho nessas áreas, pois a água contaminada pode causar diversos problemas de saúde, incluindo infecções gastrointestinais, dermatológicas e respiratórias.

Distribuição das praias contaminadas

O relatório abrange diversas cidades do litoral paulista, com destaque para:

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  • Ubatuba: Praias como Picinguaba, Rio Itamambuca, Itaguá, Perequê-Mirim e Fortaleza.
  • Caraguatatuba: Prainha.
  • Ilhabela: Barreiros Sul, Itaquanduba, Praia do Julião, Curral e Veloso.
  • São Sebastião: São Francisco.
  • Bertioga: São Lourenço (próximo ao morro) e Enseada (Vista Linda e Col. Sesc).
  • Guarujá: Perequê e Enseada (Estrada Pernambuco).
  • Santos: Ponta da Praia, Aparecida, Embaré, Boqueirão, Gonzaga, Pompeia e José Menino (R. Fred. Ozanan).
  • São Vicente: Praia da Divisa, Itararé (posto 2), Milionários, Gonzaguinha e Prainha.
  • Praia Grande: Aviação, Vila Tupi, Vila Mirim, Maracanã, Vila Caiçara, Real, Balneário Flórida e Jardim Solemar.
  • Mongaguá: Vera Cruz e Santa Eugênia.
  • Itanhaém: Centro e Campos Elíseos.
  • Peruíbe: Icaraíba.

Monitoramento contínuo e próximos passos

A Cetesb realiza análises semanais da água das praias, com o próximo relatório previsto para o dia 26 de março. Esses monitoramentos são essenciais para garantir a segurança dos banhistas e orientar políticas públicas de saneamento ambiental. A população é incentivada a acompanhar as atualizações e respeitar a sinalização nas praias, contribuindo para a prevenção de doenças e a preservação da saúde coletiva.

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