Irã divulga vídeo de ataque a hospital e cobra responsabilização dos EUA e Israel
Irã divulga vídeo de ataque a hospital e cobra EUA e Israel

Presidente iraniano divulga vídeo de ataque a hospital e homenageia enfermeira

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, publicou nesta quinta-feira (23) um vídeo que mostra ataques a um hospital iraniano ocorridos no dia 1º de março, segundo dia da guerra contra os Estados Unidos e Israel. A gravação, divulgada em seu perfil na rede social X, exibe imagens de câmeras de vigilância que capturam o momento do bombardeio.

Homenagem a Neda Salimi

Embora não tenha mencionado o nome do hospital, Pezeshkian fez questão de citar Neda Salimi, uma enfermeira que, segundo relatos da mídia iraniana, tentou salvar crianças durante o ataque. Ele a chama carinhosamente de "filha". Em sua publicação, o presidente escreveu: "O que é capturado nas imagens de algumas câmeras de vigilância é apenas um vislumbre insignificante dos sacrifícios e da devoção dos queridos filhos do Irã. Minha querida filha Neda Salimi, agradeço a você e a todos aqueles que permaneceram firmes ao lado do Irã."

Contexto do conflito

No dia 1º de março, um dia após o ataque, o presidente iraniano já havia feito uma publicação pedindo a responsabilização dos EUA e de Israel por ataques realizados contra uma escola e um hospital iranianos. Os bombardeios mencionados por Pezeshkian incluíram uma escola de meninas no sul do país, que resultou em 168 mortos no sábado (28), e um hospital em Teerã, a capital, no domingo (1º). Até o momento, nem os Estados Unidos nem Israel confirmaram ser responsáveis por esses ataques.

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Declaração do presidente iraniano

Em sua mensagem, Pezeshkian afirmou: "Um ataque a um hospital é um ataque à vida, e um ataque a uma escola é um ataque ao futuro de uma nação. Atacar pacientes e crianças é uma clara violação de todos os princípios humanitários e o mundo deve condená-lo. Manifesto minha solidariedade à nação enlutada; a República Islâmica do Irã não se calará nem se renderá diante de tais crimes."

Resposta dos EUA

Após o posicionamento do presidente iraniano, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, se pronunciou sobre o bombardeio à escola. Questionado por jornalistas, ele defendeu a ação das tropas e afirmou: "Os Estados Unidos não atacaram deliberadamente uma escola."

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