Crianças escalam torre de telefonia de 30 metros sem segurança no Amazonas
Crianças escalam torre de 30 metros sem segurança no AM

Crianças são flagradas escalando torre de telefonia de 30 metros no Amazonas

Um episódio de alto risco chamou a atenção de moradores do bairro Donga Michiles, em Maués, interior do Amazonas, neste domingo (1º). Três crianças foram vistas escalando uma torre de telefonia com aproximadamente 30 metros de altura, completamente sem equipamentos de segurança.

Cena perigosa registrada por vizinhos

Moradores da região registraram a situação preocupante em fotos e vídeos que começaram a circular nas redes sociais. Nas imagens, é possível observar uma criança já no topo da estrutura, enquanto outra ainda realiza a subida perigosa.

A torre, localizada na rua 6 do bairro, não conta com vigilância adequada, segundo relatos dos residentes. Apesar de ser cercada, o acesso ao local aparentemente não é dificultado o suficiente para impedir que crianças alcancem a estrutura.

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Problema recorrente na comunidade

Não é a primeira vez que esse tipo de situação ocorre no local. Moradores afirmam que crianças frequentemente invadem a área e sobem na torre, inclusive durante períodos noturnos.

Uma moradora, que preferiu manter o anonimato, revelou à Rede Amazônica detalhes alarmantes: "Eles sobem até o ponto dos aparelhos. Já vimos crianças lá em cima à noite também. É muito perigoso".

Preocupação e denúncias não atendidas

Luiz Miguel, outro residente da área, expressou sua angústia com a situação: "A gente vê essas crianças lá em cima e fica com medo de acontecer uma tragédia. Já fizemos denúncias, mas até agora nada mudou".

Os vizinhos confirmam que reclamações formais já foram encaminhadas aos órgãos responsáveis, mas as medidas necessárias para garantir a segurança do local ainda não foram implementadas. A comunidade cobra soluções urgentes para impedir o acesso à torre e prevenir possíveis acidentes.

Ação dos bombeiros

O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas foi acionado e deslocou uma equipe até o local do ocorrido. No entanto, quando os militares chegaram, as crianças já haviam abandonado a estrutura, evitando assim uma intervenção direta no momento do risco.

A situação expõe falhas na segurança de infraestruturas públicas e levanta questões sobre a proteção de crianças em áreas urbanas. Moradores seguem apreensivos, temendo que a falta de medidas preventivas possa resultar em uma tragédia futura.

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