O Remo renovou o contrato de naming rights de seu estádio, o Baenão, com o Banpará (banco estadual) por mais 12 meses, mantendo o valor de R$ 1,5 milhão por ano, conforme apurou o ge. O montante é o menor entre os oito clubes da Série A do Brasileirão 2026 que possuem acordos desse tipo.
Comparação com outros clubes
Para efeito de comparação, o penúltimo colocado na lista de valores é o Atlético-MG, que recebe R$ 7,18 milhões anuais da construtora MRV para nomear a Arena MRV — valor quase cinco vezes maior que o do Remo. O líder do ranking é o Palmeiras, que fechou com o Nubank por impressionantes R$ 51 milhões por ano (Nubank Parque).
Confira os valores dos naming rights dos estádios da Série A:
- Palmeiras – Nubank Parque: R$ 51 milhões/ano
- São Paulo – Morumbis: R$ 25 milhões/ano
- Corinthians – Neo Química Arena: R$ 15 milhões/ano
- Santos – Vila Viva a Sorte: R$ 15 milhões/ano
- Athletico Paranaense – Ligga Arena: R$ 13,3 milhões/ano
- Bahia – Casa de Apostas Arena Fonte Nova*: R$ 13 milhões/ano
- Atlético Mineiro – Arena MRV: R$ 7,18 milhões/ano
- Remo – Banpará Baenão: R$ 1,5 milhão/ano
*A Fonte Nova pertence ao Governo do Estado e é administrada por concessionária.
Contexto do clube
A renovação ocorre em meio à preparação do Remo para a temporada de 2026, que terá início no dia 23, contra o Corinthians, pela 19ª rodada da Série A, fora de Belém. O clube também vem ajustando seu elenco, com saídas de jogadores da chamada “Era Braz”. O valor de R$ 1,5 milhão é o mesmo desde o início da parceria, em 2020. A marca Banpará também estampa a camisa do clube, mas em contrato de patrocínio separado.



