Rogéria, Michelle e Ana Cristina: rixas e investigações marcam vida política de mulheres de Bolsonaro
Rogéria, Michelle e Ana Cristina: rixas e investigações

O ex-presidente Jair Bolsonaro colocou Rogéria, Michelle e Ana Cristina em diferentes cargos públicos, o que gerou disputas internas na família. As três mulheres enfrentaram rixas e investigações ao longo de suas trajetórias políticas.

Rogéria Bolsonaro

Rogéria Nunes, ex-mulher de Jair Bolsonaro, foi vereadora no Rio de Janeiro. Ela se envolveu em polêmicas e investigações por suposto uso irregular de verbas públicas. Em 2021, foi alvo de um inquérito por suspeita de desvio de recursos destinados à saúde.

Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro, atual esposa do ex-presidente, atuou como primeira-dama e exerceu influência em pautas sociais. Ela também foi investigada por supostas irregularidades em contratos de sua assessoria. Em 2023, a Polícia Federal abriu um inquérito para apurar possíveis fraudes em licitações.

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Ana Cristina Bolsonaro

Ana Cristina, irmã de Jair Bolsonaro, ocupou cargos em órgãos públicos. Ela enfrentou acusações de nepotismo e tráfico de influência. Em 2022, foi citada em uma investigação sobre a venda de sentenças no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Disputas familiares

As três mulheres tiveram desentendimentos públicos, especialmente após a eleição de Bolsonaro. Rogéria e Michelle trocaram acusações em entrevistas, enquanto Ana Cristina criticava abertamente a gestão do irmão. As rixas expuseram divisões na família Bolsonaro.

Impacto político

As investigações e disputas afetaram a imagem pública do clã Bolsonaro. Especialistas apontam que os casos podem influenciar a carreira política de Jair Bolsonaro e de seus aliados. Até o momento, nenhuma das mulheres foi condenada definitivamente.

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