O mercado de emissão bancária dentro da plataforma da XP apresenta, nesta terça-feira (4), uma variedade de títulos de renda fixa com taxas atrativas. Entre as opções, destacam-se os CDBs (Certificados de Depósito Bancário) com taxas prefixadas de até 14,430% ao ano, com vencimento superior a 12 meses. Já os títulos atrelados à inflação pagam até IPCA+ 8,880% em prazos superiores a um ano, enquanto os pós-fixados oferecem até 104,5% do CDI em 12 meses.
LCAs e LCIs com rentabilidades competitivas
As LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) também apresentam boas oportunidades. As taxas prefixadas chegam a 10,880% em um ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 6,320% em 12 meses. Já as pós-fixadas oferecem até 84% do CDI com vencimento em mais de um ano.
Para as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), as taxas prefixadas alcançam 10,510% em 12 meses, e as pós-fixadas pagam até 80,5% do CDI com vencimento em um ano. Vale lembrar que tanto LCAs quanto LCIs são isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, o que pode aumentar a rentabilidade líquida.
Destaques da plataforma: CDBs de bancos e financeiras
Entre as opções disponíveis na XP, alguns títulos se destacam. O CDB do Banco XP oferece taxa de 101,6% do CDI com vencimento em agosto de 2029. Já o CDB da Omni Financeira paga 106,5% do CDI, com vencimento em agosto de 2030. O CDB do PicPay, por sua vez, rende 104,25% do CDI e vence em agosto de 2031.
Na lista de LCAs, o BTG Pactual aparece com uma LCA pagando 84% do CDI, com vencimento em agosto de 2028. Essas são apenas algumas das mais de 1 mil opções de ativos disponíveis na plataforma da XP. Para acessar a lista completa, basta ter uma conta na corretora.
Cenário de juros e impacto nas taxas
As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) com prazos a partir de janeiro de 2028 fecharam a segunda-feira (3) em baixa, acompanhando o recuo firme dos rendimentos dos Treasuries e do petróleo no exterior. Esse movimento ocorre em meio à expectativa de que possa haver um acordo entre Estados Unidos e Irã, o que reduziria tensões geopolíticas e pressionaria os juros globais para baixo.
Além disso, uma nova pesquisa eleitoral no Brasil, indicando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) colado no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida pelo Planalto, também justificou a queda das taxas. O mercado monitora o cenário político, que pode influenciar as expectativas fiscais e, consequentemente, a curva de juros.
Movimento da curva de juros
No fim da tarde de segunda-feira, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13,805%, com baixa de 6 pontos-base ante o ajuste de 13,861% da sessão anterior. Na ponta longa da curva, o DI para janeiro de 2035 marcava 14,42%, com queda de 23 pontos-base ante 14,646%. Essa redução nas taxas futuras tende a beneficiar os investidores que buscam títulos prefixados ou pós-fixados, pois os novos papéis podem ser emitidos com taxas menores.
É importante ressaltar que as ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta terça-feira (4). Portanto, os investidores interessados devem agir rapidamente para garantir as condições apresentadas.
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