EUA acusam Cuba de espionagem e apoio a terrorismo de esquerda
EUA acusam Cuba de espionagem e terrorismo de esquerda

Acusações formais do Departamento de Estado

O governo dos Estados Unidos, sob a administração Trump, divulgou um relatório do Departamento de Estado acusando Cuba de conduzir quase 70 anos de espionagem e subversão no país. O documento, tornado público neste domingo, alega que Havana infiltrou agências governamentais americanas, treinou ativistas e mantém uma rede internacional de apoio ao castrismo, configurando uma 'onda sem precedentes de terrorismo de esquerda' em território americano.

Infiltração e treinamento de ativistas

De acordo com o relatório, as redes de inteligência cubanas conseguiram se infiltrar em setores do governo dos EUA, além de formar ativistas de extrema esquerda. O documento afirma que Cuba opera uma estrutura de apoio a movimentos terroristas de esquerda, não apenas nos Estados Unidos, mas em escala global. 'Cuba representa uma ameaça ideológica persistente, utilizando métodos de espionagem e subversão que remontam à Guerra Fria', destaca o texto.

Reação do secretário de Estado Marco Rubio

O secretário de Estado, Marco Rubio, negou que os EUA busquem a destituição do presidente cubano, mas reforçou as críticas ao regime. 'Não estamos buscando uma mudança de regime, mas sim responsabilizar Cuba por suas ações hostis', afirmou Rubio em entrevista coletiva. O relatório não anunciou novas sanções imediatas, mas sinaliza uma postura mais dura de Washington em relação a Havana.

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Contexto histórico e impacto diplomático

As acusações ocorrem em um momento de tensão nas relações bilaterais, que já haviam se deteriorado durante o primeiro governo Trump. O documento cita exemplos de suposta interferência cubana em protestos e movimentos sociais nos EUA, embora não apresente provas concretas. Analistas apontam que o relatório pode servir de base para futuras sanções econômicas ou medidas diplomáticas contra a ilha.

Reação de Cuba e próximos passos

Até o momento, o governo cubano não se pronunciou oficialmente sobre o relatório. Especialistas em relações internacionais consideram que as acusações podem agravar ainda mais o isolamento de Cuba no continente americano. O documento também destaca a influência de Cuba em países da América Latina, onde o castrismo ainda encontra aliados.

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