A FIFA está sendo duramente criticada por ceder às políticas xenofóbicas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, especialmente após a proibição de entrada no país de um árbitro somali que atuaria na Copa do Mundo. A decisão da entidade máxima do futebol de realizar o torneio nos Estados Unidos sem pressionar por mudanças nas regras de imigração é vista como uma capitulação à xenofobia.
A bajulação de Gianni Infantino a Trump
Gianni Infantino, presidente da FIFA, é acusado de ser um bajulador de Trump. Ele concedeu ao presidente americano um patético prêmio da paz, enquanto ignora violações às regras do torneio. Trump, por sua vez, afirmou que Infantino permitiu que jogos da Copa fossem retirados de cidades governadas por democratas 'caso necessário'.
Repercussão internacional
A atitude da FIFA gerou indignação em diversos setores. Especialistas em direitos humanos e ex-jogadores criticaram a falta de postura da entidade diante de medidas discriminatórias. A proibição de entrada do árbitro somali foi vista como um reflexo direto das políticas anti-imigração de Trump.
- Proibição de entrada de um árbitro somali nos EUA para a Copa do Mundo.
- FIFA não pressionou por mudanças nas regras de imigração americanas.
- Concessão de um prêmio da paz a Trump, considerado inapropriado.
A situação expõe a fragilidade da FIFA diante de pressões políticas e levanta questionamentos sobre sua independência e compromisso com valores universais.



