Rope jump: polícia identifica quem retirou câmera de jovem morta em queda
Rope jump: polícia identifica quem retirou câmera de jovem

A Polícia Civil de São Paulo, em conjunto com o Ministério Público, identificou João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, como o autor da retirada da câmera de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 22 anos, após sua morte em um salto de rope jumping no último sábado (22). A vítima morreu ao ser lançada de uma altura de aproximadamente 30 metros sem a corda de segurança conectada, em uma atividade não formalizada realizada no interior do estado.

Detalhes da identificação e prisão

João Antônio, que já estava preso desde o fim de semana por envolvimento no evento, foi formalmente acusado de remover o equipamento de filmagem da vítima. Segundo a investigação, ele teria retirado a câmera do local antes da chegada da polícia, possivelmente para ocultar evidências. Além dele, foram presos Evelyne dos Santos Gonçalves e Gabriel Barros Martins, todos por suspeita de homicídio culposo e associação criminosa.

Circunstâncias da tragédia

O acidente ocorreu em uma área rural de Boituva, conhecida por práticas de esportes radicais. Maria Eduarda, que participava de um salto de rope jumping, foi lançada do topo de uma torre metálica. A corda de segurança, que deveria estar presa ao seu tornozelo, não foi conectada, resultando na queda fatal. A atividade era organizada por um grupo que não possuía autorização formal para operar, conforme apurado pela polícia.

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Investigação e próximos passos

A polícia agora investiga se houve negligência deliberada ou falha técnica. O delegado responsável, Carlos Alberto de Oliveira, afirmou: "Estamos analisando todas as gravações e depoimentos para esclarecer a responsabilidade de cada envolvido." A remoção da câmera é considerada um agravante, pois pode ter prejudicado a apuração inicial dos fatos. Os três presos permanecem à disposição da Justiça, e a polícia não descarta novas prisões.

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