Radar Corporativo: WEG, Alupar, PRIO e mais destaques
Radar Corporativo: WEG, Alupar, PRIO e mais destaques

O radar corporativo desta quarta-feira (17) traz a distribuição de proventos da WEG (WEGE3) e Alupar (ALUP11). Além disso, a PRIO (PRIO3) anuncia abertura do quarto poço produtor no Campo de Wahoo. A IG4, por sua vez, negocia o controle da Raízen (RAIZ4) com Moelis e Journey. Já a Energisa (ENGI11) diz que Aneel aprovou revisão tarifária da distribuidora EMR. A B3 (B3SA3) registra alta de 16,8% no volume negociado em maio. A Jalles Machado (JALL3) tem prejuízo de R$ 50,9 milhões no 4T, alta anual de 498,8%. A Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da Fibrasil. Confira mais destaques:

Jalles Machado (JALL3)

A Jalles Machado (JALL3) registrou prejuízo líquido de R$ 50,9 milhões no quarto trimestre da safra 2025/26, ampliando as perdas em 498,8% na comparação com o mesmo período da safra anterior, quando o resultado negativo foi de R$ 8,5 milhões.

PRIO (PRIO3)

A PRIO (PRIO3) informou nesta terça-feira (16) a abertura do quarto poço produtor do Campo de Wahoo, estabilizando a produção do mesmo em 10 mil barris de óleo por dia.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

WEG (WEGE3)

A WEG (WEGE3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 438,1 milhões, correspondente a R$ 0,104424242 por ação, aos titulares de ações escriturais em 19 de junho de 2026.

Alupar (ALUP11)

A Alupar (ALUP11) informou que realizará em 6 de julho de 2026 o pagamento de R$ 69,2 milhões em dividendos, conforme aprovado pelo conselho de administração em maio.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, informou que seu conselho de administração aprovou a proposta de incorporação da Fibrasil Infraestrutura e Fibra Ótica, subsidiária integral da companhia. Com a operação, a Fibrasil será extinta e todo o seu patrimônio será sucedido pela Telefônica Brasil.

B3 (B3SA3)

O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações subiu 16,8% em maio de 2026 na comparação com o registrado em igual período de 2025, ficando em R$ 31,647 bilhões. Em relação a abril, houve recuo de 14,8%.

Raízen (RAIZ4)

O banco de investimentos independente Moelis & Company e a consultoria financeira Journey Capital, assessores dos credores da produtora de açúcar e etanol Raízen (RAIZ4), receberam ofertas não vinculantes da gestora de private equity IG4 na noite de segunda-feira para adquirir créditos e o controle da empresa, de acordo com três pessoas familiarizadas com o assunto. Duas delas, entretanto, alertaram que qualquer acordo ainda está longe de ser certo, sendo que uma acrescentou que os credores dificilmente chegarão a uma decisão em breve.

Energisa (ENGI11)

A Energisa (ENGI11) informou nesta terça-feira que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a revisão tarifária periódica da distribuidora de energia Energisa Minas Rio (EMR), a ser aplicada a partir de 22 de junho.

LM Transportes

A LM Transportes Interestaduais concluiu a reorganização societária anunciada em março. Os acionistas minoritários Luiz Lopes Mendonça Filho e Aurora Maria Moura Mendonça venderam sua participação de 40% ao Banco Bradesco BBI, que passa a integrar a estrutura societária da empresa por meio da Apollo II Participações. Antes da operação, as ações ordinárias dos vendedores foram convertidas em preferenciais.

Moura Dubeux (MDNE3)

O conselho de administração da Moura Dubeux aprovou o encerramento do programa de recompra iniciado em junho de 2025, no qual foram adquiridas 945,7 mil ações ao preço médio de R$ 28,81. A companhia também autorizou um novo programa de recompra de ações, cujos detalhes foram divulgados em comunicado ao mercado.

Terra Santa (LAND3)

A Gávea Investimentos informou que vendeu ações ordinárias da Terra Santa e passou a deter participação inferior a 5% do capital votante da companhia. A gestora comunicou a redução da fatia em cumprimento às regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar

Pague Menos (PGMN3)

O conselho de administração da Pague Menos aprovou um novo programa de recompra de até 7 milhões de ações ordinárias, equivalentes a 2,31% dos papéis em circulação. O programa terá duração de seis meses, até 16 de dezembro de 2026, e tem como objetivo atender planos de remuneração em ações, manter papéis em tesouraria ou realizar posterior cancelamento ou alienação. Atualmente, a companhia possui 2,76 milhões de ações em tesouraria.