A Seleção da Espanha levantou a taça de campeã da Copa do Mundo 2026, encerrando o torneio com uma campanha histórica. Pela primeira vez desde 1982, a Juventus não cedeu jogadores à seleção campeã, mas o clube italiano manteve a liderança no ranking de clubes que mais cederam campeões mundiais, com 27 jogadores em sete Copas diferentes, segundo levantamento do Gato Mestre.
Dos 27 campeões oriundos da Juventus, apenas cinco não foram campeões pela própria Itália. O segundo colocado é o Bayern de Munique, com 24 campeões, seguido pela Internazionale de Milão, com 21. O Barcelona, impulsionado pelo título espanhol, saltou da nona para a quarta posição, indo de 11 para 19 jogadores, ultrapassando Roma e Santos.
Itália lidera entre as ligas
O Campeonato Italiano é a liga que mais cedeu campeões mundiais, com 117 jogadores, concentrados principalmente entre as décadas de 1980 e 2000. Desde 1982, apenas a Espanha campeã em 2010 não teve jogadores de clubes italianos no elenco. O Brasil aparece em segundo lugar, com 90 campeões, todos brasileiros, seguido por Alemanha (84), Espanha (65) e Inglaterra (50).
“Venceu o time que teve postura de campeão”, analisou Felipe Melo sobre a Espanha. O técnico Luis de la Fuente destacou o coletivo como maior mérito da equipe campeã.
Ranking completo de clubes
Confira os clubes com mais campeões mundiais: 1) Juventus (27), 2) Bayern de Munique (24), 3) Internazionale (21), 4) Barcelona (19), 5) Roma (17), 6) Santos (15), 7) Nacional-URU e Peñarol (14), 9) São Paulo (13), 10) Botafogo e Real Madrid (11), 12) Arsenal e Milan (10), 14) Atlético de Madrid, Colônia, Palmeiras e River Plate (9), 18) Corinthians, Fiorentina e PSG (8), 21) Borussia Dortmund, Flamengo, Fluminense e Independiente (7), 25) Borussia Mönchengladbach, Chelsea e Liverpool (6), 27) Athletic Bilbao, Bologna, Cruzeiro, Kaiserslautern, Lazio, Manchester United, Monaco, Olympique de Marselha, Schalke 04, Sevilla e Valencia (5), 39) Eintracht Frankfurt, Palermo, Tottenham e Vasco (4), 43) Auxerre, Bayer Leverkusen, Bella Vista, Cerro-URU, Grêmio, Huracán, Lyon, Manchester City, Portuguesa, Racing, Betis, Stuttgart, Talleres de Córdoba, Triestina, Villarreal, Werder Bremen e West Ham (3), 60) Argentinos Juniors, Atlético-MG, Bangu, Benfica, Blackpool, Boca Juniors, Central Español, Danubio, Deportivo La Coruña, Fortuna Düsseldorf, Genoa, Hamburgo, Leeds United, Napoli, Newell's Old Boys, Nuremberg, Parma, Rampla Juniors, Sampdoria, San Lorenzo, SpVgg Fürth, Udinese (2), 82) América-MEX, Aston Villa, Atlanta United, Atlético Nacional, Athletico-PR, Augsburg, Bordeaux, Brighton, Cagliari, Celta, Crystal Palace, Elche, Estudiantes, Everton, Ferro Carril Oeste, FK Pirmasens, Freiburg, FSV Frankfurt, Fulham, Hannover 96, KSV Hessen Kassel, Lecce, Leicester City, Livorno, Lucchese, Metz, Miramar Misiones, Montevideo Wanderers, Nantes, Olimpia, Pisa, Reggina, Rot-Weiss Essen, Sheffield Wednesday, Shimizu S-Pulse, Southampton, Torino, Vélez Sarsfield, Wolverhampton (1).
Metodologia do levantamento
O Gato Mestre, formado pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo, contabilizou as equipes que os jogadores estavam quando foram convocados, referentes à temporada que fizeram. Para a Espanha campeã, considerou-se que Cucurella pertence ao Chelsea, e não ao Real Madrid, por ainda não ter atuado pelo clube madrilenho. Jogadores campeões em anos diferentes pelo mesmo clube são contabilizados múltiplas vezes; Pelé, por exemplo, aparece três vezes pelo Santos.



