Mini-índice WINQ26 fecha em baixa de 0,23% aos 177.920 pontos
Mini-índice WINQ26 fecha em baixa de 0,23% aos 177.920

Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (15/07) com baixa de 0,23%, aos 177.920 pontos. No cenário externo, as bolsas americanas avançaram impulsionadas pelas ações de tecnologia e pelo início da temporada de balanços nos Estados Unidos, enquanto investidores também acompanharam novos dados econômicos. O petróleo encerrou o dia com leve alta, em uma sessão marcada por volatilidade, com o mercado equilibrando os impactos das tensões no Oriente Médio e dos indicadores da economia americana.

Ibovespa recua e traders focam em fatores externos

No Brasil, o Ibovespa destoou do movimento positivo de Wall Street e recuou, em um pregão influenciado pelo vencimento de opções e por movimentos específicos de grandes empresas. Para os traders de mini-índice, o foco permanece no desempenho das bolsas internacionais, na temporada de resultados corporativos, no comportamento do petróleo e no fluxo do mercado, fatores que seguem ditando a direção e a volatilidade do índice futuro.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice iniciou um movimento corretivo, mas conseguiu reduzir parte das perdas ao longo da sessão. Ainda assim, o fechamento foi negativo, mostrando que o mercado continua disputando direção. Para que o fluxo vendedor ganhe força, considero importante a perda da faixa de 177.610/177.300 pontos. Se esse suporte for rompido, o índice poderá acelerar as quedas em direção a 176.990/176.515 pontos, com alvo mais amplo na região de 175.900/175.490 pontos.

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Por outro lado, uma retomada da recuperação dependerá da superação da resistência em 178.080/178.660 pontos. Caso esse rompimento ocorra com aumento de volume, vejo espaço para avanço até 178.970/179.220 pontos, tendo como objetivo mais longo a faixa de 179.495/180.245 pontos.

Perspectiva no gráfico diário

No gráfico diário, a correção da última sessão ainda não compromete a recuperação iniciada recentemente. O índice permanece acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, mas segue encontrando na média de 200 períodos a principal barreira para uma retomada mais consistente da tendência de alta. Na minha leitura, a superação da região de 180.700/183.925 pontos será decisiva para abrir espaço para um movimento em direção a 187.735/191.980 pontos.

Por outro lado, caso o índice perca a faixa de 176.990/174.450 pontos, a pressão vendedora poderá ganhar intensidade, projetando novas quedas até 172.000/170.210 pontos. O IFR (14) está em 53,46 pontos, em região neutra.

Análise do gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice encerrou a sessão negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, mantendo um cenário de consolidação após a recuperação recente. Para que o movimento comprador volte a ganhar força, acompanho o rompimento da resistência em 179.220/180.670 pontos. Superada essa faixa, o índice poderá buscar 181.515/183.215 pontos, com objetivo mais longo em 183.925/185.145 pontos.

Já para a continuidade da correção, será necessário perder o suporte em 176.990/175.490 pontos. Nesse cenário, o índice poderá acelerar as quedas em direção a 174.115/172.430 pontos, tendo como alvo mais longo a região dos 172.000 pontos. A análise é de Rodrigo Paz, analista técnico CNPI-T.

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