A abertura do mercado livre de energia deve transformar a forma como empresas e consumidores contratam eletricidade no Brasil. Com mais opções de fornecedores, modelos de contratação e soluções personalizadas, o novo cenário deve ampliar a concorrência, estimular a inovação e oferecer mais previsibilidade na gestão dos custos com energia.
Entrevista com Tomás Baldaque, diretor da EDP
Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Tomás Baldaque, diretor de Soluções para Clientes da EDP na América do Sul, explica como funcionará a expansão do mercado livre de energia e o que muda para empresas e consumidores. No episódio, o executivo aborda as oportunidades trazidas pela abertura do mercado, os critérios para escolher um fornecedor e como a personalização dos serviços pode contribuir para maior eficiência, competitividade e sustentabilidade.
Impactos esperados
A ampliação do mercado livre deve permitir que mais agentes possam negociar livremente contratos de energia, escolhendo prazos, preços e condições específicas. Isso tende a reduzir custos e aumentar a eficiência energética, além de incentivar fontes renováveis e soluções inovadoras. Segundo Baldaque, a personalização dos serviços é um dos principais diferenciais, permitindo que cada cliente encontre a oferta mais adequada ao seu perfil de consumo.



