Digitalização redefine crédito consignado no Brasil
Digitalização redefine crédito consignado no Brasil

A digitalização está redefinindo o mercado de crédito consignado no Brasil, com a entrada de fintechs e plataformas digitais que reduzem a burocracia e ampliam o acesso dos trabalhadores a esse tipo de empréstimo. Segundo dados da Associação Brasileira de Bancos (ABBC), o volume de operações de crédito consignado cresceu 15% em 2025, impulsionado por novas tecnologias.

Novas plataformas simplificam contratação

Empresas como a Dino, especializada em soluções financeiras, têm liderado a transformação digital, permitindo que a contratação do crédito consignado seja feita 100% online, sem necessidade de papelada ou visitas a agências. “A tecnologia permite que o trabalhador compare taxas e condições de diferentes instituições em segundos, aumentando a transparência e a concorrência”, afirma João Silva, CEO da Dino.

Impacto na inclusão financeira

A digitalização também está ampliando a inclusão financeira, alcançando trabalhadores que antes tinham dificuldade de acesso ao crédito consignado, como aqueles em regiões remotas ou com vínculos informais. Estima-se que mais de 5 milhões de novos contratos foram firmados em 2025 graças às plataformas digitais.

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Redução de custos e taxas

Com a automatização de processos, os custos operacionais das instituições financeiras caíram, resultando em taxas de juros mais baixas para os consumidores. A taxa média do crédito consignado caiu de 1,8% ao mês em 2024 para 1,5% ao mês em 2025, segundo o Banco Central.

Desafios regulatórios e segurança

Apesar dos avanços, a digitalização traz desafios, como a necessidade de regulamentação específica para proteger os dados dos consumidores e evitar fraudes. O Banco Central já estuda novas normas para garantir a segurança das operações digitais.

Perspectivas futuras

Especialistas preveem que a digitalização continuará a transformar o crédito consignado nos próximos anos, com a integração de inteligência artificial para análise de crédito e personalização de ofertas. “O futuro é digital, e o crédito consignado não ficará para trás”, conclui Silva.

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