Prudentino Antonio Roberto Sylla toma posse como desembargador no TJ-SP
Prudentino Antonio Roberto Sylla toma posse como desembargador no TJ-SP

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) empossou nesta quinta-feira (7) o prudentino Antonio Roberto Sylla no cargo de desembargador. A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TJ-SP, desembargador Fernando Antonio Torres Garcia, na Sala Advogado José Adriano Marrey Júnior, com a presença de integrantes do Conselho Superior da Magistratura (CSM), desembargadores, juízes, servidores, amigos e familiares dos empossados.

Antonio Roberto Sylla nasceu em Presidente Prudente (SP), em 1954. Graduou-se em direito pela Faculdade de Presidente Prudente, turma de 1981. Ingressou na Magistratura em 1983, nomeado juiz substituto da 35ª Circunscrição Judiciária, com sede em Lins (SP). Judicou em Presidente Bernardes (SP), Presidente Epitácio (SP), Presidente Prudente e na capital de São Paulo (SP).

Outros dois magistrados também foram empossados: João Carlos Calmon Ribeiro e Jucimara Esther de Lima Bueno. João Carlos Calmon Ribeiro nasceu em São Paulo, em 1958, formou-se em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e é mestre em Processo Civil pela PUC-SP. Jucimara Esther de Lima Bueno nasceu em São Paulo, em 1967, graduou-se em direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e ingressou na Magistratura em 1991.

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Na abertura da cerimônia, o presidente do Judiciário paulista enalteceu a trajetória dos colegas. “A posse de novos desembargadores sempre é momento de festa, sobretudo quando nos deparamos com três magistrados exitosos, competentes e que ascendem ao último grau da carreira com absoluto merecimento”, declarou Fernando Torres Garcia.

Antonio Roberto Sylla, magistrado com mais de quatro décadas de judicatura, relembrou do percurso percorrido desde que era jovem colaborador, aos 14 anos, no Fórum de Presidente Prudente. “Pelas comarcas por onde passei tive a felicidade de encontrar pessoas que me ajudaram na caminhada e muito acrescentaram à minha história. Acredito que realizei o trabalho que a mim foi confiado: o de julgar, sempre amparado no justo e na lei”, afirmou. Ele recebeu o Colar do Mérito Judiciário, pois não terá posse solene.

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