Vereadora Malu Fernandes invade casa de ex-namorado e danifica objetos de grife
Vereadora invade casa de ex e danifica itens de grife

A vereadora de Mogi das Cruzes, Maria Luíza Fernandes (PL), conhecida como Malu Fernandes, é suspeita de invadir a casa do ex-namorado Mario Luiz Moreno Junior e danificar objetos, incluindo itens de grife. O caso ocorreu em 19 de setembro de 2025, e o boletim de ocorrência foi atualizado em 15 de maio de 2026 para identificar formalmente a autora como a vereadora. Os documentos da investigação foram divulgados nesta quinta-feira (16).

Detalhes da invasão

De acordo com o boletim de ocorrência, Malu Fernandes chegou ao condomínio onde o ex-namorado mora em um carro de aplicativo e entrou no local usando o sistema de reconhecimento facial. Ela foi até a residência da vítima e permaneceu no imóvel por cerca de 20 minutos. Nesse período, a casa foi revirada, diversos objetos foram quebrados e jogados no chão, e uma jaqueta da marca Armani foi rasgada. Depois, ela deixou o condomínio a pé.

Por volta das 21h42, Mario Luiz Moreno Junior chegou em casa e encontrou o imóvel revirado. Ele acionou a equipe de segurança do condomínio, que analisou as imagens do sistema de monitoramento. O registro policial foi atualizado em 15 de maio de 2026 para incluir a qualificação formal da autora, identificada como a vereadora Maria Luíza Fernandes.

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O que diz o ex-namorado

Em nota, Mario Luiz Moreno Junior informou que seus advogados estão reunindo documentos para esclarecer os fatos e adotar as medidas cabíveis. Ele afirmou: "Ao chegar à minha residência, encontrei o imóvel completamente revirado, com diversos objetos quebrados e danificados, inclusive uma jaqueta da marca Armani totalmente rasgada. Na ocasião, acionei imediatamente a segurança do condomínio. Após a análise do sistema de monitoramento, foi constatado que uma mulher entrou no condomínio em um veículo de aplicativo, dirigiu-se diretamente à minha residência, permaneceu no local por cerca de 20 minutos e, em seguida, saiu a pé. As imagens de segurança demoraram um pouco para ser disponibilizadas em razão dos protocolos de proteção e segurança de dados do condomínio. Agora, porém, todo o material já está em poder dos meus advogados, que realizarão a juntada dos documentos necessários para o esclarecimento dos fatos e a adoção das medidas cabíveis para apuração das responsabilidades."

O g1 entrou em contato com a vereadora, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

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