O coordenador da pré-campanha à Presidência de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho, afirmou que o impacto do caso 'Dark Horse' poderia ter sido menor se o candidato tivesse exposto o assunto antes. Em entrevista, Marinho reconheceu que o episódio gerou um 'abalo' na candidatura, mas ponderou que a política é uma 'maratona' e não uma corrida de curta distância.
Reforma administrativa e críticas à PEC 6x1
Marinho defendeu a implementação de uma reforma administrativa em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, visando modernizar o serviço público. Ele também criticou a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6x1, argumentando que a medida poderia prejudicar o mercado de trabalho. Como alternativa, sugeriu políticas que incentivem a flexibilização e a negociação entre empregadores e empregados.
Escolha do vice-presidente ainda indefinida
Questionado sobre quem seria o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio, Marinho evitou cravar um nome. Disse que a decisão está sendo discutida internamente e que levará em conta a capacidade de agregar votos e a afinidade com o projeto político do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador também comentou que a campanha precisa agora focar em propostas e em mostrar a experiência administrativa de Flávio, minimizando os efeitos negativos do caso 'Dark Horse'. Ele acredita que, com o tempo, o eleitorado dará mais importância às ideias do que ao escândalo.



