O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou na segunda-feira de uma cerimônia de transferência solene dos membros do Exército americano mortos na Jordânia e no Iraque, em meio à guerra com o Irã. O evento ocorreu na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, e contou com a presença de familiares e autoridades militares.
Pentágono atualiza números de baixas
O Pentágono informou que, desde 7 de julho, 100 militares ficaram feridos, dos quais 96% já retornaram ao serviço ativo. Ao todo, 18 americanos morreram desde o início do conflito com o Irã. Os números foram divulgados no mesmo dia da cerimônia, que marcou o retorno dos corpos dos soldados mortos em ações recentes.
Detalhes da cerimônia
Trump discursou brevemente para a imprensa antes de partir para Dover, Delaware, onde ocorreu a cerimônia. Ele destacou o sacrifício dos militares e reafirmou o compromisso dos EUA com a segurança nacional. "Estes heróis deram suas vidas pela liberdade", declarou o presidente, segundo relatos da imprensa local.
A guerra contra o Irã, que começou em julho, tem gerado baixas significativas de ambos os lados. O Pentágono não divulgou números de baixas iranianas, mas fontes oficiais indicam que a intensidade dos combates diminuiu nas últimas semanas.
Impacto político
A cerimônia ocorre em meio a críticas da oposição sobre a condução do conflito. Líderes democratas questionam os custos humanos e financeiros da guerra. Trump, no entanto, mantém que a ação foi necessária para proteger os interesses americanos no Oriente Médio.
As forças armadas dos EUA continuam em alerta máximo, com operações concentradas na fronteira entre Iraque e Irã. O Pentágono afirma que 96% dos feridos já retornaram ao serviço, indicando que a maioria dos ferimentos não foi grave.



