Taca da Copa: ouro, Louis Vuitton e 7 curiosidades
Taca da Copa: ouro, Louis Vuitton e 7 curiosidades

A taça da Copa do Mundo da FIFA, um dos troféus mais icônicos do esporte, é feita de ouro maciço e pesa 6,1 quilos. Desde 1974, o troféu original é guardado a sete chaves e só pode ser tocado por jogadores e dirigentes das seleções campeãs. A Louis Vuitton, grife francesa de luxo, é responsável por fabricar o estojo que transporta a taça. Estas são algumas das oito curiosidades reveladas em reportagem especial.

Ouro maciço e peso exato

A taça atual, chamada de Taça da Copa do Mundo da FIFA, substituiu a Taça Jules Rimet em 1974. Ela é feita de ouro 18 quilates, com 6,1 kg de peso total. A base é de malaquita, uma pedra semipreciosa verde. A altura é de 36,8 centímetros. A FIFA encomendou a peça ao ourives italiano Silvio Gazzaniga, que venceu um concurso com 53 propostas.

Quem pode tocar?

A regra é rígida: apenas campeões mundiais e chefes de Estado podem segurar a taça original. Durante a cerimônia de premiação, os jogadores a levantam, mas depois ela é imediatamente recolhida. Uma réplica exata, em prata banhada a ouro, é dada à seleção vencedora para ficar em seu museu. A original retorna à sede da FIFA, em Zurique.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Estojo Louis Vuitton

Desde 2010, a Louis Vuitton produz o estojo de transporte da taça. A maleta é feita em couro Monogram, com fechaduras personalizadas e interior forrado de camurça. O design inclui um suporte para manter o troféu firme durante viagens. A grife não revela o valor do contrato, mas a peça é considerada um item de luxo.

Segurança máxima

A taça viaja em um voo separado, escoltada por seguranças armados. Durante a Copa, ela fica em um cofre à prova de balas. Em 2014, foi exibida em 89 países antes do torneio, sempre com vigilância 24 horas. O seguro é estimado em US$ 10 milhões, mas a FIFA nunca confirma o valor.

Nomes gravados

Na base da taça, há espaço para gravar os nomes de todos os campeões. Cada ano vencedor é inscrito em uma placa removível. Em 2022, a Argentina foi o 13º país a gravar seu nome. O espaço atual comporta até 2038, quando a FIFA precisará criar uma nova base.

Réplicas e falsificações

A FIFA mantém réplicas oficiais para eventos promocionais. Uma delas, de ouro 18 quilates, foi roubada em 1983 e nunca recuperada. Desde então, todas as réplicas são feitas de prata banhada a ouro. Falsificações são comuns no mercado negro, mas a FIFA possui um sistema de holograma e certificado de autenticidade.

Viagem global

Antes de cada Copa, a taça percorre o mundo em uma turnê chamada FIFA World Cup Trophy Tour. Em 2022, visitou 51 países em 127 dias. A turnê é patrocinada pela Coca-Cola e inclui paradas em estádios, escolas e eventos públicos. O troféu já esteve em mais de 200 nações desde 2006.

Curiosidade final

O troféu original nunca foi derretido, ao contrário da Taça Jules Rimet, que foi roubada no Brasil em 1983 e supostamente derretida. A atual taça já foi danificada duas vezes: em 2014, um segurança arranhou a base, e em 2018, um jogador a deixou cair durante uma comemoração. A FIFA afirma que os reparos são feitos discretamente.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar