O auxiliar técnico da seleção argentina, Fabián Ayala, quebrou o silêncio sobre a confusão generalizada que ocorreu após o apito final da final da Copa do Mundo, vencida pela Espanha por 1 a 0. Em entrevista à rádio Esports Migdia, de Valência, o ex-zagueiro de 53 anos lamentou o incidente, mas negou ter desferido um soco no meia espanhol Dani Olmo, como inicialmente divulgado.
Arrependimento e justificativa
“Obviamente, lamento. Devido à minha posição, não posso permitir que um sentimento, ou algo que eu possa receber da outra parte, altere meu humor e minhas ações. Lamento. Para mim, essas coisas ficam no passado, e ponto final”, declarou Ayala, que teve passagem marcante pelo Valencia como jogador.
O auxiliar de Lionel Scaloni tentou minimizar a gravidade da agressão. “Para mim, as coisas precisam ser encerradas aqui. Foi mais um empurrão do que qualquer outra coisa, não um soco como alguns estão dizendo, e foi aí que terminou. Foi uma reação a um comentário, mas só isso. Se eu o vir, obviamente pedirei desculpas pessoalmente”, completou.
Confusão generalizada
As cenas de briga envolveram não apenas os jogadores, mas também membros das comissões técnicas. Imagens mostram o volante Leandro Paredes agredindo Gavi, enquanto Scaloni tentava conter Eric García. A Fifa já abriu investigação sobre o comportamento da Argentina durante e após a partida.
Ayala, que defendeu River Plate, Racing, Napoli, Milan, Valencia e Zaragoça, além da seleção argentina, encerrou sua carreira de jogador em 2010 e hoje integra a comissão técnica da Albiceleste.



