Mercado volta atenções para corrida presidencial após Copa
Mercado volta atenções para corrida presidencial após Copa

Acabou a Copa do Mundo de 2026 e o mercado financeiro já volta suas atenções para a corrida presidencial. Com o fim do evento esportivo, investidores passam a monitorar de perto os desdobramentos políticos no Brasil, que devem influenciar os rumos da economia e dos ativos locais.

Fundos multimercados: apenas 5 superam o CDI no ano

Em um cenário de juros elevados e volatilidade, apenas cinco fundos multimercados conseguiram bater o CDI acumulado no ano. O desempenho contrasta com a média do setor, que enfrenta dificuldades para gerar retorno acima do benchmark. Entre os fatores comuns a esses fundos estão a exposição a ativos internacionais, estratégias de hedge cambial e posições em renda fixa indexada à inflação.

Brasil segue favorito do Morgan Stanley; o que pode destravar a Bolsa?

O Morgan Stanley reiterou sua visão favorável ao Brasil, classificando o país como um dos mercados emergentes mais atrativos. Segundo o banco, a aprovação de reformas estruturais e a queda da taxa Selic são os principais catalisadores para destravar o potencial da Bolsa. O Ibovespa opera perto dos 174 mil pontos, mas analistas apontam que a falta de novidades no front fiscal limita os ganhos.

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Focus: mercado reduz projeção do IPCA para 2026 pela terceira semana

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira mostra que o mercado reduziu a projeção do IPCA para 2026 pela terceira semana consecutiva. A mediana das expectativas caiu para 4,80%, ante 4,85% na semana anterior. A melhora nas expectativas de inflação é atribuída à desaceleração da atividade econômica e ao impacto da política monetária contracionista.

Onde investir: Tesouro Direto prefixado sobe com tensão EUA-Irã

No Tesouro Direto, as taxas dos títulos prefixados subiram nesta segunda-feira, refletindo o aumento da aversão ao risco global em meio às tensões entre Estados Unidos e Irã. O mercado acompanha as negociações diplomáticas, mas o clima de cautela predomina. Especialistas recomendam cautela com prefixados de longo prazo, enquanto a renda fixa indexada à inflação segue como alternativa defensiva.

Sinal de diálogo EUA-Irã não anima Ibovespa

O Ibovespa opera sem direção única nesta segunda, com investidores cautelosos diante do cenário externo e da agenda de juros nos Estados Unidos. Apesar de sinais de diálogo entre EUA e Irã, o mercado não se anima, e o foco permanece na política monetária americana. O índice tenta sustentar os 174 mil pontos, mas a falta de gatilhos domésticos limita o avanço.

Varejo: quem deve brilhar e decepcionar no 2º trimestre de 2026?

Analistas do mercado financeiro projetam desempenhos distintos para o setor varejista no segundo trimestre de 2026. Entre as apostas de destaque estão empresas com forte presença digital e gestão eficiente de custos. Por outro lado, redes com alto endividamento e exposição a juros elevados podem decepcionar. O cenário de consumo ainda é incerto, com inflação pressionando o poder de compra das famílias.

Desvalorização do rial iraniano bate recorde

A moeda do Irã, o rial, atingiu um novo recorde de desvalorização, sendo negociada a 1,95 milhão de riais por dólar. A crise econômica e as sanções internacionais agravam a situação cambial do país, que enfrenta inflação elevada e escassez de divisas. O movimento reflete a falta de perspectivas de alívio nas tensões geopolíticas.

Krugman: tarifas de Trump visam punir Pix, mas dificilmente terão efeito

O economista Paul Krugman afirmou que as tarifas propostas por Donald Trump contra o Brasil têm como alvo o sistema de pagamentos instantâneos Pix, mas dificilmente terão efeito prático. Em artigo, Krugman argumenta que a medida é mais política do que econômica, e que o Brasil possui instrumentos para mitigar impactos. A declaração gerou debate entre analistas sobre a real intenção das tarifas.

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