O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, decidiu não comparecer à final da Copa do Mundo de 2026 como forma de protesto contra a Fifa, segundo informações de site especializado. A atitude de Ceferin é uma resposta a uma série de decisões tomadas pela entidade máxima do futebol que ele considera controversas.
Motivações do protesto
Entre as decisões criticadas está a anulação da suspensão do jogador Folarin Balogun, que teria ocorrido após intervenção direta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ceferin vê essa interferência como um precedente perigoso para a autonomia do futebol.
O presidente da Uefa também manifestou insatisfação com outros aspectos da gestão da Fifa, incluindo questões relacionadas à transparência e à governança. A ausência de Ceferin na final é vista como um gesto simbólico de desaprovação.
Reações e impactos
A decisão de Ceferin gerou reações mistas no mundo do futebol. Enquanto alguns apoiam sua postura, outros criticam o boicote como prejudicial à unidade do esporte. A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Especialistas apontam que o protesto pode aprofundar as tensões entre as duas entidades, que já têm histórico de divergências. A final da Copa do Mundo de 2026 está marcada para ocorrer nos Estados Unidos, México e Canadá.



