IBC-Br de maio deve mostrar perda de dinamismo, diz Bradesco
IBC-Br de maio deve mostrar perda de dinamismo

A sessão desta sexta-feira (17) encerra as divulgações dos principais indicadores de atividade no Brasil do mês com o lançamento do IBC-Br referente a maio. Para o Bradesco, o indicador deve mostrar uma perda de dinamismo da atividade no segundo trimestre frente ao primeiro.

Agenda econômica do dia

Nos Estados Unidos, a agenda traz a produção industrial de junho e o índice de confiança da Universidade de Michigan referente a julho. O Ibovespa fechou em queda de 1,24% nesta quinta-feira, a 173.825,27 pontos, pressionado por blue chips como Vale e Itaú Unibanco, com a repercussão do anúncio de novas tarifas comerciais dos EUA para o Brasil.

Agenda do presidente Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpre agenda no Rio de Janeiro. Às 11h10, visita a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fiocruz para acompanhar ações relacionadas ao implante anticoncepcional. Às 12h, visita a Carreta de Saúde da Mulher. Às 13h30, participa de intervenções sobre saúde feminina. Às 15h, visita o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) e, às 16h15, participa de cerimônia sobre o INTO e o Hospital Universitário dos Servidores do Estado (HUSE-Unirio).

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Compromissos do Banco Central e Fazenda

Às 13h30, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, visita a Bloomberg em São Paulo. Às 15h, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, participa de encontro com investidores promovido pelo UBS.

Indicadores do Brasil

Às 5h, sai o IPC semanal. Às 8h, a FGV divulga o IGP-10 de julho. Às 9h, o IBC-Br de maio.

Indicadores dos EUA e Zona do Euro

Às 10h15, produção industrial de junho nos EUA. Às 11h, índice de confiança da Universidade de Michigan de julho. Na Zona do Euro, às 6h, o IPC de junho.

Oriente Médio: EUA atacam Irã

Os Estados Unidos realizaram novos ataques contra o Irã nesta quinta-feira, no quinto dia consecutivo de ofensivas, em meio à escalada das hostilidades e à forte queda no tráfego marítimo no Estreito de Ormuz.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o Irã continua dialogando com os EUA e deseja chegar a um acordo. "O motivo dos recentes ataques é que o Irã violou o memorando de entendimento que firmamos com eles. Especificamente, eles se comprometeram a não disparar contra embarcações comerciais que transitassem pelo Estreito de Ormuz e, infelizmente, tomaram a trágica decisão de fazê-lo", disse.

Tarifaço dos EUA sobre o Brasil

O vice-presidente Geraldo Alckmin disse que o governo brasileiro implementará no momento adequado a Lei de Reciprocidade para responder às tarifas impostas pelos EUA, e terá um programa de apoio aos setores afetados. Em entrevista coletiva, Alckmin classificou a medida como injusta e descabida, com argumentos baseados em premissas "totalmente falsas".

Reação do setor de etanol e açúcar

Os produtores brasileiros de etanol e açúcar manifestaram consternação com as tarifas de 25%. Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar e da Bioenergia (Unica), os EUA foram destino de 253 milhões de litros de etanol em 2025, no valor de US$ 163 milhões, tornando-se o segundo mercado externo mais importante do setor, atrás da Coreia do Sul.

Galípolo defende Pix

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que os argumentos dos EUA contra o Pix para impor tarifas são uma desculpa. Em entrevista coletiva, disse que o Pix cumpre funções do dinheiro, tirando espaço do cheque e do dinheiro físico, sem reduzir o uso do cartão de crédito.

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