Mini-índice WINQ26 sobe 1,18% e retoma alta; resistência em 176.870
Mini-índice WINQ26 sobe 1,18% e retoma alta

Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (27/07) em alta de 1,18%, aos 176.760 pontos, retomando o fluxo positivo, conforme dados da Nelogica. O Ibovespa avançou 0,74%, aos 175.334,46 pontos, sustentado pelos grandes bancos e pela Vale (VALE3), apesar da queda da Petrobras (PETR3; PETR4). No exterior, a trégua entre Estados Unidos e Irã derrubou o Brent em 8,70% e favoreceu os mercados, embora Wall Street tenha terminado sem direção única antes da decisão de juros do Federal Reserve.

Desempenho dos setores e cenário doméstico

Na operação do mini-índice, o desempenho de bancos e Vale pode seguir como ponto de sustentação, enquanto Petrobras tende a refletir a forte baixa do petróleo. No ambiente doméstico, a queda dos juros futuros trouxe alívio, mas o IPCA-15 de julho entra no radar desta terça-feira como potencial gatilho para o Ibovespa futuro, segundo analistas.

Análise do gráfico de 15 minutos

Pelo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, de acordo com o analista técnico Rodrigo Paz (CNPI-T). Essa configuração devolve força ao fluxo comprador e mantém aberta a possibilidade de continuidade da alta nesta terça-feira. Para avançar, considero necessária a entrada de novo fluxo comprador capaz de superar a resistência em 176.870/177.400 pontos. O rompimento dessa faixa poderá levar o contrato em direção a 178.075/178.700 pontos. Em uma extensão do movimento altista, o objetivo mais longo estará em 179.220/179.475 pontos.

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No sentido contrário, a retomada da pressão vendedora dependerá da perda do suporte em 176.295/175.770 pontos. Caso essa região seja rompida, o fluxo de baixa poderá ganhar força e levar o mini-índice até 175.250/174.700 pontos. O alvo mais longo estará em 174.245/173.500 pontos.

Análise do gráfico diário

No gráfico diário, o mini-índice também fechou em alta e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. O movimento melhora a configuração imediata, mas será importante acompanhar se o contrato encontrará força para prolongar a recuperação ou voltará a sofrer pressão vendedora. Para confirmar a continuidade do fluxo de alta, o ativo precisará superar a região de resistência formada por 176.870/179.220/180.670 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial estará em 183.925/186.520 pontos. Por outro lado, uma retomada do movimento de baixa dependerá do rompimento do suporte em 173.500/172.000 pontos. A perda dessa região poderá abrir caminho para 170.210/169.090 pontos. O IFR de 14 períodos está em 50,99 pontos, permanecendo em região neutra.

Análise do gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com movimento positivo e acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Esse posicionamento reforça a melhora do cenário técnico, embora o contrato ainda precise romper as resistências mais próximas para dar continuidade consistente ao movimento comprador. Para prolongar a alta, considero necessária a entrada de volume capaz de superar a resistência em 176.870/178.075 pontos. Confirmado o rompimento, o mini-índice poderá avançar em direção a 179.220/180.670 pontos e, posteriormente, buscar 181.515/183.215 pontos. Já para retomar o fluxo de baixa, será necessário perder o suporte em 175.920/174.700 pontos. Caso essa faixa seja rompida, o contrato poderá buscar 173.500/172.430 pontos. Em uma extensão do movimento vendedor, os alvos mais longos estarão em 172.000/171.400 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráficos elaborados por Rodrigo Paz, analista técnico CNPI-T. As análises são de caráter informativo e não constituem recomendação de investimento.

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