CDBs prefixados de até 14,4% ao ano: ofertas da XP em 15/01
CDBs prefixados de até 14,4% ao ano na XP

O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quarta-feira (15) CDBs com taxas prefixadas de até 14,400% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 9,100% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 106,5% do CDI em mais de 12 meses.

LCAs e LCIs disponíveis

LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,800% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+ 5,960% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 89% do CDI em mais de 1 ano. LCIs prefixadas pagam até 12,500% em 1 ano, enquanto as pós-fixadas pagam até 90% do CDI com vencimento em 1 ano.

Renda Fixa Hoje: opções de investimento

Confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP: CDB NEON FINANCEIRA com taxa de 105,5% do CDI e vencimento em julho/2029; LCA BANCO BOCOM BBM SA com taxa de 86% do CDI e vencimento em outubro/2030; CDB PAULISTA com taxa de 106% do CDI e vencimento em julho/2029.

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QUER INVESTIR EM CDBs, LCIs e LCAs? ACESSE A CONTA NA XP E CONFIRA AQUI UMA LISTA COMPLETA COM MAIS 1 MIL OPÇÕES DE ATIVOS. As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quarta-feira (15). Não tem conta na XP? Cadastre-se aqui.

Cenário Renda Fixa da XP

As taxas dos juros futuros (DIs) fecharam a terça-feira (14) em queda, acompanhando o recuo dos Treasuries após a divulgação de um CPI abaixo do esperado nos Estados Unidos, que reduziu as apostas de uma nova alta de juros pelo Federal Reserve. O movimento foi reforçado pela queda do dólar frente ao real e pela atuação do Tesouro Nacional no mercado de títulos.

O principal impulso veio da inflação americana. O CPI recuou 0,4% em junho, acima da expectativa de deflação de 0,1%, enquanto o núcleo da inflação também desacelerou. Os dados levaram o mercado a revisar para baixo a probabilidade de aperto monetário pelo Fed, derrubando os rendimentos dos títulos do Tesouro americano e favorecendo o fechamento da curva brasileira.

A ponta curta e intermediária reagiu de forma mais intensa ao cenário externo. O DI para janeiro de 2028 caiu 14 pontos-base, para 13,87%, refletindo a melhora das expectativas para os juros globais e a menor pressão sobre a política monetária doméstica.

Na ponta longa, o movimento também foi de queda, mas menos acentuado. O DI para janeiro de 2035 recuou 8 pontos-base, para 14,30%. Além do alívio externo, a curva foi beneficiada pelo leilão do Tesouro, que voltou a ofertar um volume reduzido de NTN-Bs, estratégia adotada para evitar pressão sobre as taxas reais de longo prazo.

O cenário internacional ainda seguiu marcado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã, mas a decisão do governo americano de abandonar a proposta de cobrar uma taxa sobre o tráfego no Estreito de Ormuz ajudou a reduzir parte das preocupações dos investidores.

Com isso, a combinação de inflação mais fraca nos EUA, queda dos Treasuries, recuo do dólar e atuação cautelosa do Tesouro Nacional levou a uma queda disseminada dos juros futuros, com destaque para os vencimentos curtos e intermediários, mais sensíveis às expectativas de política monetária.

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