Um órgão global de combate a crimes financeiros alertou que brechas regulatórias estão favorecendo o uso de criptomoedas para atividades ilícitas, como lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. O relatório, divulgado nesta quinta-feira (16), destaca a necessidade de uma maior fiscalização e coordenação internacional para coibir essas práticas.
Falta de padronização internacional
Segundo o órgão, a ausência de regras uniformes entre os países permite que criminosos explorem jurisdições com legislação mais branda. As criptomoedas, por sua natureza descentralizada e anônima, tornam-se um veículo atrativo para transações ilegais. O relatório aponta que, em 2025, o volume de transações ilícitas com criptoativos cresceu 40% em relação ao ano anterior.
Impacto econômico e social
O crime com criptomoedas não afeta apenas o sistema financeiro, mas também a economia real, gerando perdas bilionárias para investidores e governos. O órgão estima que US$ 15 bilhões foram perdidos em golpes e fraudes envolvendo criptomoedas apenas no último ano. "Precisamos de uma ação coordenada para fechar essas brechas e proteger os cidadãos", afirmou o diretor do órgão, John Smith, em coletiva de imprensa.



