PM do RJ ultrapassa 400 fuzis apreendidos em 2026 com novas operações
PM do RJ ultrapassa 400 fuzis apreendidos em 2026

A Polícia Militar do Rio de Janeiro ultrapassou, nesta quarta-feira (15), a marca de 400 fuzis apreendidos em 2026. O número foi alcançado após a retirada de circulação de mais cinco armas de guerra durante operações de combate ao crime organizado realizadas na capital e na Região Metropolitana, nesta quarta-feira (15).

Apreensões em quatro batalhões

As apreensões ocorreram em ações conduzidas por policiais do 18º BPM (Jacarepaguá), 9º BPM (Rocha Miranda), 7º BPM (São Gonçalo) e 35º BPM (Itaboraí). Segundo a corporação, os armamentos foram localizados durante operações voltadas ao enfrentamento de grupos criminosos que atuam nessas regiões.

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Militar, as ações fazem parte da estratégia de combate ao crime organizado por meio de operações planejadas, trabalho de inteligência e policiamento ostensivo.

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Comparativo com 2025

Em todo o ano passado, a Polícia Militar apreendeu 5.226 armas, das quais 811 eram fuzis. Além disso, foram recolhidas 94.922 munições, 3.214 carregadores e 377 granadas. O ritmo de apreensões em 2026 supera o do ano anterior, indicando intensificação das operações.

41º BPM (Irajá) lidera ranking

Entre as unidades operacionais da PM, o 41º BPM (Irajá) aparece na liderança do ranking de apreensões de fuzis em 2026, com 77 armas retiradas de circulação. Em seguida estão o 14º BPM (Bangu), com 41 apreensões; o 18º BPM (Jacarepaguá), com 40; e o 12º BPM (Niterói), com 36.

Na sequência aparecem o 15º BPM (Duque de Caxias), com 25 fuzis apreendidos; o 9º BPM (Rocha Miranda) e o BOPE, empatados com 21; o 1º BPM (Venda da Cruz), com 15; e o 17º BPM (Ilha do Governador), o 38º BPM (Três Rios) e o 3º BPM (Méier), todos com 12 apreensões.

316 fuzis apreendidos até maio

Até maio, um levantamento do setor de inteligência da Polícia Militar contabilizava 316 fuzis apreendidos no estado. Segundo a corporação, cerca de 90% das armas foram encontradas em áreas dominadas pelas facções Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), que concentravam nove em cada dez apreensões registradas até aquele momento.

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