Polícia investiga se pé encontrado na BR-010 é de jovem morta em acidente
Pé humano na BR-010 pode ser de jovem morta em acidente

A Polícia Civil do Tocantins investiga se um pé humano encontrado em estado de decomposição às margens da BR-010, em Palmas, pertence a Jhenyfer Camilly Alves dos Santos, de 22 anos. A jovem morreu no dia 17 de maio após um acidente de trânsito na mesma rodovia, que resultou na amputação de um de seus membros.

Descoberta do membro

O pé foi localizado no dia 20 de maio por uma mulher que caminhava próximo ao Setor Machado, que acionou a Polícia Militar. Desde então, o material está sob análise no Instituto Médico Legal (IML). No dia 25 de maio, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que um exame pericial iria confirmar se o membro pertence à vítima. O g1 procurou a SSP para atualizações, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.

Família aguarda respostas

A mãe de Jhenyfer, Maria Aparecida dos Santos, acredita que o pé encontrado seja da filha. Ela relatou a falta de comunicação por parte das autoridades: “Na última sexta-feira (29), fomos ao IML e nos informaram que aguardam uma ordem judicial para realizar a exumação. Não deram nenhuma data ou previsão”. A família está ansiosa por esclarecimentos.

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O acidente

Jhenyfer e o marido, Sergiomar de Freitas Lima, trafegavam de moto pela BR-010 no dia 17 de maio, por volta das 6h, quando foram atingidos por um carro que seguia no sentido contrário. O casal foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas a jovem não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada no Hospital Geral de Palmas (HGP). O marido sofreu fraturas na perna, passou por cirurgia e já recebeu alta, recuperando-se em casa.

Busca pelo membro

Ainda no dia do acidente, familiares procuraram pelo pé amputado no local da colisão, mas não o encontraram. O corpo de Jhenyfer foi velado no dia 17 e sepultado no dia 18 de maio.

Quem era Jhenyfer

Jhenyfer Camilly tinha 22 anos, morava em Palmas e cursava Nutrição. Trabalhava como vendedora em uma loja de departamentos e planejava se formar em 2027. A mãe a descreve como “alegre, sorridente e cheia de vida”. “Era meiga, amava os irmãos. Dizia que terminaria a faculdade para ajudar a família. Estava no melhor momento da vida”, afirmou Maria Aparecida.

A conclusão do laudo pericial, tanto do local do acidente quanto do exame do IML, deve esclarecer o caso.

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