Quatro capivaras foram encontradas mortas no lago do Jardim Botânico de Goiânia, em ocorrências registradas ao longo das últimas semanas. A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) informou que as causas estão sendo investigadas e que apenas uma das carcaças pôde ser submetida a exame técnico. O caso gerou preocupação entre frequentadores do parque e levantou questionamentos sobre a saúde da fauna local.
Investigação em andamento
Segundo a Amma, as mortes ocorreram em datas distintas e foram registradas pela equipe do Jardim Botânico, que removeu as carcaças do local. Um procedimento administrativo foi aberto para monitorar a população de capivaras e as condições ambientais da área. Até o momento, não há hipótese confirmada para os óbitos.
“Não há elementos técnicos que permitam afirmar a causa das mortes. As hipóteses estão sendo apuradas em conjunto com as instituições competentes”, destacou a agência em nota oficial. A Amma aguarda a conclusão dos exames laboratoriais para divulgar informações conclusivas.
Exames e monitoramento
Das quatro capivaras encontradas, apenas uma apresentou condições para análise da carcaça. O exame técnico deve apontar possíveis causas, como doenças, intoxicação ou predação. A Amma reforçou que não houve registros de mortes de outras espécies, como peixes, no lago do jardim.
O Jardim Botânico permanece aberto à visitação, mantendo atividades normais. A agência garantiu que todas as providências estão sendo tomadas para esclarecer os fatos e assegurar a conservação da fauna silvestre. “Novas informações serão divulgadas oportunamente, à medida que os resultados das investigações forem concluídos”, completou.
Contexto e repercussão
A morte de capivaras em áreas urbanas não é incomum, mas a ocorrência de quatro óbitos no mesmo local em curto período chama atenção. O lago do Jardim Botânico é um ponto de atração para visitantes e abriga uma população estável de capivaras. A Amma já iniciou medidas de monitoramento para evitar novos casos.
A TV Anhanguera apurou que apenas um dos animais pôde ser analisado devido ao estado de decomposição das demais carcaças. A expectativa é que os exames laboratoriais tragam respostas nas próximas semanas. Enquanto isso, a comunidade aguarda esclarecimentos e cobra transparência da prefeitura.



