Caso Henry: assistente de acusação chama Jairinho de 'anjo do mal'
Caso Henry: Jairinho é chamado de 'anjo do mal' por acusação

O julgamento do médico Jairinho e da advogada Monique Medeiros, acusados pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, entrou em sua fase decisiva. Durante os debates finais, realizados nesta quarta-feira, o assistente de acusação, Cristiano Medina da Rocha, fez duras críticas ao réu, chamando-o de 'anjo do mal' e 'príncipe das trevas'. A fala ocorreu na última etapa antes da votação dos jurados, que definirão o destino dos acusados.

Acusação destaca violência e omissão

Medina da Rocha questionou a possibilidade de ressocialização de Jairinho, apontando seu histórico de violência. 'Ele não é um anjo, é um anjo do mal, um príncipe das trevas. Não há como ressocializar alguém que agiu com tamanha crueldade', afirmou. O assistente também enfatizou a omissão de Monique, que, segundo ele, falhou em proteger o filho Henry. 'Monique tinha o dever de cuidar e proteger, mas se omitiu. Ela sabia do que estava acontecendo e nada fez', disse.

Provas e movimentação suspeita

Dados de celulares apresentados durante o julgamento reforçam a movimentação suspeita do casal na noite da morte de Henry. Os registros indicam que Jairinho e Monique estiveram juntos e que houve troca de mensagens após o ocorrido. A acusação alega que as provas são contundentes e apontam para a responsabilidade de Jairinho pelas agressões que levaram à morte da criança.

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O julgamento, que ocorre no Rio de Janeiro, tem gerado grande repercussão nacional. A expectativa é que os jurados decidam nos próximos dias. Jairinho é acusado de homicídio triplamente qualificado, enquanto Monique responde por homicídio por omissão e falsidade ideológica.

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