Eleitorado no Vale do Paraíba cai 2,17% em 2024, primeira queda na série histórica
Eleitorado no Vale do Paraíba cai 2,17% em 2024

O número de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano no Vale do Paraíba e região bragantina registrou uma redução de 2,17% na comparação com as últimas eleições gerais, de acordo com dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira (20). Pela primeira vez desde o início da série histórica disponibilizada no site do TSE, a região apresentou queda no eleitorado. Para o pleito de 4 de outubro, 2.246.856 eleitores estão aptos a ir às urnas nas 46 cidades da região, ante 2.296.621 em 2022.

Perfil do eleitorado: mulheres são maioria

Segundo os dados do TSE, 52,6% do total do eleitorado é do sexo feminino, o que corresponde a 1.182.985 eleitoras. Os eleitores do sexo masculino somam 1.063.672, enquanto 199 pessoas não informaram o gênero ao tribunal. Em relação à cor/raça, 220.720 eleitores se declararam brancos, 117.914 pardos, 27.709 pretos, 3.508 amarelos e 512 indígenas. Contudo, a maioria de 1.876.493 eleitores não declarou cor/raça ao TSE.

Escolaridade: ensino médio completo predomina

No quesito escolaridade, o maior grupo é o de eleitores com Ensino Médio completo, totalizando 841.720 pessoas. Na região, 33.428 eleitores se declararam analfabetos, enquanto outros 43.071 afirmaram que apenas leem e escrevem. Os dados refletem o perfil educacional da população local.

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Principais cidades: São José dos Campos cai, Taubaté sobe

Entre as principais cidades da região, São José dos Campos apresentou redução de 3,4% no eleitorado em comparação com 2022, passando de 558.140 para 539.147 eleitores aptos ao voto neste ano. Já Taubaté registrou um leve aumento de 0,4%, subindo de 238.529 eleitores em 2022 para 239.475 em 2024. As variações refletem movimentos populacionais e de cadastro eleitoral.

Impacto da queda no eleitorado

A redução no número de eleitores pode ter implicações para o planejamento logístico das eleições e para a representatividade política da região. Especialistas apontam que fatores como migração, envelhecimento populacional e falta de atualização cadastral podem contribuir para a queda. O TSE não comentou as causas específicas para a região.

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