EAU lidera uso de IA; EUA ficam em 21º, revela estudo
EAU lideram uso de IA; EUA em 21º lugar, diz estudo

Um estudo inovador conduzido pelo Instituto de Economia da IA da Microsoft, em parceria com o Banco Mundial e outras organizações internacionais, revelou um panorama surpreendente sobre a adoção da inteligência artificial em todo o mundo. Os Emirados Árabes Unidos (EAU) emergiram como o país que mais utiliza IA, com impressionantes 70,1% de adoção entre a população economicamente ativa. Em contraste, os Estados Unidos, frequentemente vistos como líderes tecnológicos, ocupam apenas a 21ª posição, com 31,3%.

Ranking global de adoção de IA

O estudo analisou dados de mais de 100 países, considerando fatores como uso de ferramentas de IA no trabalho, educação e vida cotidiana. Além dos EAU no topo, outros países asiáticos como Singapura, Coreia do Sul e Japão também apresentaram altas taxas de adoção, refletindo uma rápida integração da IA na região.

Surpresa com a posição dos EUA

A posição modesta dos Estados Unidos no ranking chamou a atenção dos pesquisadores. Apesar de sediar gigantes da tecnologia como Google, Microsoft e OpenAI, a adoção generalizada da IA entre a população ainda enfrenta barreiras, como desigualdade digital e setores econômicos menos automatizados.

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Diferença entre Norte e Sul Global

O relatório também destacou um aumento na disparidade de adoção de IA entre o Norte Global (países desenvolvidos) e o Sul Global (países em desenvolvimento). Enquanto nações ricas avançam rapidamente, muitas nações africanas e sul-americanas ainda engatinham na implementação da tecnologia, ampliando o fosso digital.

Implicações econômicas e sociais

Especialistas alertam que a diferença na adoção de IA pode impactar a competitividade econômica e a qualidade de vida. Países com maior integração da IA tendem a ter ganhos de produtividade e inovação, enquanto os retardatários podem enfrentar desafios para acompanhar o ritmo global.

O estudo serve como um alerta para formuladores de políticas e líderes empresariais sobre a necessidade de investir em educação digital, infraestrutura e regulamentação para promover uma adoção mais equitativa da inteligência artificial em todo o mundo.

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