Doze adolescentes, com idades entre 14 e 17 anos, foram resgatados de condições degradantes em um centro de formação de atletas em Portão (RS). A operação foi liderada pelo Ministério do Trabalho.
Os jovens, incluindo paraguaios, não tinham acompanhamento médico ou nutricional e não frequentavam a escola. Além disso, não possuíam contratos de trabalho, e suas famílias pagavam para mantê-los no local.
A denúncia foi crucial para a intervenção das autoridades. O caso gerou repercussão nas redes sociais, com questionamentos sobre a responsabilidade pela situação.



