Os líderes do mundo árabe estão adotando uma nova estratégia em relação ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em vez do confronto que marcou administrações anteriores, a tática atual é a bajulação. A análise é do blogueiro Guga Chacra, em artigo exclusivo para assinantes.
Mudança de postura
Segundo Chacra, os governantes árabes entenderam que, para avançar em seus interesses hoje, vale muito mais agradar o presidente americano do que enfrentá-lo. Essa mudança reflete uma avaliação pragmática do cenário geopolítico.
Exemplos recentes
Diversos encontros e declarações públicas demonstram essa aproximação. O presidente libanês, Joseph Aoun, foi recebido no Salão Oval, em um gesto simbólico. Líderes da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros países têm elogiado publicamente Trump.
A abordagem contrasta com a postura adotada por muitos desses países durante o governo Obama, quando as relações foram marcadas por tensões.
Interesses em jogo
Por trás da bajulação, há interesses concretos: acordos comerciais, apoio militar e influência regional. Os líderes árabes acreditam que uma relação cordial com Trump pode render frutos mais rapidamente do que o confronto.
Chacra ressalta que a estratégia não é unânime, mas tem se tornado predominante. A reportagem completa está disponível para assinantes do blog.
A foto que acompanha o artigo mostra Trump ouvindo atentamente o presidente libanês durante reunião no Salão Oval, ilustrando a nova dinâmica.



