O partido Republicanos decidiu manter o veto à pré-candidatura do senador Cleitinho ao Senado nas eleições de 2026. A informação foi confirmada por fontes da legenda nesta quarta-feira, 30 de julho. A decisão final será comunicada oficialmente ao parlamentar em uma reunião marcada para a próxima semana.
Veto mantido após avaliação interna
De acordo com dirigentes do Republicanos, a decisão foi tomada após uma avaliação interna que considerou o perfil do senador e as estratégias eleitorais do partido para 2026. O veto já havia sido sinalizado nos últimos meses, mas agora é definitivo. Segundo uma fonte ouvida pela reportagem, “a legenda entende que Cleitinho não se alinha com os planos do partido para a disputa ao Senado”.
Reunião decisiva na próxima semana
A executiva nacional do Republicanos convocou uma reunião com Cleitinho para a próxima quarta-feira, 6 de agosto. No encontro, será comunicada oficialmente a decisão de vetar a candidatura. O senador, que integra a legenda, deverá receber a notícia pessoalmente. O presidente do partido, Marcos Pereira, afirmou que “respeitamos a trajetória do senador, mas precisamos pensar no coletivo e nas metas do partido para 2026”.
Impacto na carreira de Cleitinho
A decisão do Republicanos representa um revés significativo para Cleitinho, que almejava a reeleição ao Senado. O senador, que tem base eleitoral em Minas Gerais, agora precisará buscar outras alternativas partidárias ou disputar um cargo diferente. Especialistas apontam que o veto pode enfraquecer sua força política. Uma pesquisa Datafolha de junho mostrou que Cleitinho tem 32% de intenções de voto para o Senado em Minas, mas sem o apoio do partido, esse número pode cair.
Próximos passos
Cleitinho ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão. Nos bastidores, aliados afirmam que ele estuda a possibilidade de se filiar a outra legenda, como o PL ou o PSD, que já demonstraram interesse. O prazo para filiações partidárias visando as eleições de 2026 termina em abril do próximo ano. A reunião da próxima semana será crucial para definir o futuro político do senador.



