Abismo fiscal é exagero, diz Itaú, mas reformas são necessárias
Abismo fiscal é exagero, diz Itaú, mas reformas são necessárias

O Itaú classificou como exagero o termo 'abismo fiscal' para as contas públicas em 2027, mas reforçou que reformas estruturais são necessárias para evitar um desequilíbrio fiscal. A avaliação consta em relatório do banco divulgado nesta semana.

O que diz o Itaú sobre o abismo fiscal

Segundo o Itaú, o cenário fiscal para 2027 não configura um 'abismo', mas sim um desafio que requer ajustes. O banco projeta que a dívida pública pode se estabilizar se houver avanço em reformas como a administrativa e a tributária. 'O termo abismo fiscal é exagerado, mas não podemos ignorar a necessidade de reformas', afirmou o economista-chefe do Itaú, em nota.

Impacto nas contas públicas e reformas necessárias

O relatório destaca que, sem reformas, a dívida bruta do governo geral pode atingir 85% do PIB em 2027. Com reformas, esse número pode cair para 80%. O Itaú defende a aprovação de medidas que controlem gastos obrigatórios e simplifiquem o sistema tributário.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Reação do mercado e perspectivas

O mercado financeiro reagiu com cautela às declarações. Analistas apontam que a sinalização do Itaú pode influenciar as expectativas sobre a política fiscal do governo. 'É um alerta importante, mas o governo precisa mostrar compromisso com as reformas', disse um analista de uma corretora.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar