Tarcísio lidera disputa pelo governo de SP com 41%, aponta Quaest
Tarcísio lidera em SP com 41%, Haddad tem 26%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) liderando a disputa pela reeleição em São Paulo, com 41% das intenções de voto. O ex-ministro Fernando Haddad (PT) aparece em segundo, com 26%. O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 1.650 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 23 e 27 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-04846/2026.

Intenções de voto no 1º turno

No primeiro turno, além de Tarcísio e Haddad, aparecem Vera Lúcia (PSTU) com 3%, Carlos Machado (PCB) com 1% e Vivian Mendes (UP) com 1%. Os eleitores indecisos somam 13%, enquanto 15% declaram que pretendem votar em branco, anular o voto ou simplesmente não comparecer às urnas. Para 45% dos entrevistados, a escolha do candidato ainda pode mudar; outros 53% consideram a decisão definitiva.

Simulação de 2º turno e rejeição

Em um eventual segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o atual governador ampliaria a vantagem: 48% contra 32% do petista. Os indecisos seriam 9%, e brancos/nulos/abstenções, 11%. A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos: Tarcísio é rejeitado por 37% dos eleitores, enquanto Haddad tem rejeição de 58%.

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Avaliação do governo e áreas temáticas

A aprovação do governo estadual é de 55%, contra 29% de desaprovação. A avaliação positiva do governo é de 39%, regular 35% e negativa 20%. Quando perguntados se Tarcísio merece ser reeleito, 55% dizem que sim, 38% que não e 7% não souberam responder.

Na avaliação por áreas, atração de empresas tem 49% de avaliação positiva, infraestrutura e mobilidade 44%, emprego e renda 39%. Já segurança pública apresenta o pior desempenho: apenas 24% de avaliação positiva, contra 39% de negativa. Saúde também é mal avaliada: positiva 26%, negativa 36%. As demais áreas – transporte público, habitação, educação, políticas sociais – ficam em patamares intermediários, com avaliações positivas entre 29% e 35%.

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