Cinco candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul estão tecnicamente empatados na pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (30). Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Manuela d'Ávila (PSOL) aparece com 12% das intenções de voto, seguida por Germano Rigotto (MDB) e Paulo Pimenta (PT), ambos com 9%, Marcel Van Hattem (Novo) com 7% e Ubiratan Sanderson (PL) com 6%. Os demais candidatos pontuam 1% ou menos, enquanto 39% dos eleitores estão indecisos e 15% pretendem votar em branco, nulo ou não votar.
Empate técnico e disputa acirrada
A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos e registrada na Justiça Eleitoral sob o número RS-04790/2026, ouviu 1.104 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 24 e 28 de julho. O nível de confiança é de 95%. Como serão disputadas duas vagas ao Senado, o cenário indica uma disputa aberta, com cinco postulantes numericamente próximos. Além dos líderes, Frederico Antunes (PSD) marca 1%, mesmo percentual de Luciano do MLB (UP) e Tania Peres (UP). Daniela Maidana da Silva (PSTU), Milton Cardoso (PSDB), Regis Ethur (PSTU) e Renato Jaguarão (Cidadania) não atingiram 1%.
Conhecimento e rejeição dos candidatos
A Quaest também mediu o nível de conhecimento e rejeição dos candidatos. Manuela d'Ávila é a mais conhecida, com 30% dos eleitores afirmando conhecê-la, seguida por Germano Rigotto (26%), Paulo Pimenta (21%), Marcel Van Hattem (19%) e Ubiratan Sanderson (12%). Os demais têm conhecimento abaixo de 6%. Em rejeição, Manuela d'Ávila lidera com 42%, seguida por Paulo Pimenta (38%), Germano Rigotto (35%), Marcel Van Hattem (14%) e Frederico Antunes (13%). Ubiratan Sanderson tem 11% de rejeição, enquanto os outros ficam abaixo de 8%.
Detalhes da pesquisa
O levantamento foi realizado presencialmente e ouviu eleitores de 16 anos ou mais em todo o estado. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul sob o número RS-04790/2026. A alta taxa de indecisos (39%) e a rejeição elevada dos principais nomes indicam que o cenário pode mudar significativamente até outubro.



