Solto há apenas uma semana, o ex-auditor fiscal da Fazenda de São Paulo, Artur Gomes da Silva Neto, retornou à prisão nesta quarta-feira, 10, por determinação do juiz Guilherme Eduardo Martins Kellner, da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens da Capital. A decisão judicial ocorreu após o Ministério Público apontá-lo como líder de um esquema bilionário de corrupção no Fisco paulista.
Detalhes da operação
A prisão foi realizada em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, onde agentes da Polícia Militar cumpriram o mandado. Durante a ação, os policiais precisaram arrombar a porta da residência para ter acesso ao imóvel, onde realizaram buscas minuciosas. A operação foi conduzida de forma a garantir o cumprimento da ordem judicial, que havia sido expedida após novas evidências apresentadas pelo Ministério Público.
Contexto do caso
Artur Gomes da Silva Neto é investigado por supostamente comandar uma organização criminosa que desviava recursos públicos por meio de fraudes tributárias. O esquema, segundo as autoridades, envolvia valores bilionários e contava com a participação de outros servidores públicos e empresários. A defesa do ex-auditor ainda não se manifestou sobre os novos desdobramentos do caso. O Estadão entrou em contato com os advogados de Artur, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.



