Eduardo Bolsonaro será defendido pela Defensoria Pública no STF
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, atualmente vivendo em uma mansão nos Estados Unidos avaliada em R$ 6 milhões, será representado pela Defensoria Pública da União em um processo no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada pela coluna de Bernardo Mello Franco, que destacou a contradição: o político optou por não contratar um advogado particular, transferindo ao contribuinte o custo de sua defesa.
Acusação de coação no STF
Eduardo Bolsonaro é acusado de coação no âmbito de um inquérito que tramita no STF. A pena prevista pode chegar a até quatro anos de prisão. Apesar de residir em uma propriedade de alto padrão nos Estados Unidos, o ex-deputado não constituiu advogado próprio, o que levou a Defensoria Pública a assumir sua defesa.
Indignação com o uso de recursos públicos
A situação gerou indignação, uma vez que a Defensoria Pública é um órgão destinado a pessoas que não têm condições financeiras de arcar com honorários advocatícios. No caso de Eduardo Bolsonaro, que vive em uma mansão no exterior, a decisão de recorrer ao serviço público é vista como um abuso, obrigando o contribuinte brasileiro a bancar sua defesa judicial.
O caso reacende o debate sobre o acesso à justiça e o uso de recursos públicos por figuras políticas que possuem meios para contratar defesa particular. A Defensoria Pública ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.



