Mourão critica campanha de Flávio Bolsonaro e pede transparência sobre Dark Horse
Mourão critica campanha de Flávio e cobra transparência

Mourão dispara críticas à campanha de Flávio Bolsonaro

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou duramente a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), classificando-a como 'muito turbulenta' e exigindo maior transparência sobre o financiamento do filme 'Dark Horse'. Em entrevista, Mourão comparou a situação à candidatura de Fernando Haddad em 2018, que enfrentou resistência interna e dificuldades de articulação.

Transparência sobre 'Dark Horse' é essencial, diz Mourão

Mourão destacou que o filme 'Dark Horse', que exalta a trajetória política de Jair Bolsonaro, levanta suspeitas sobre suas fontes de financiamento. 'A campanha precisa prestar contas de onde veio o dinheiro para esse filme. Isso é fundamental para a credibilidade do processo eleitoral', afirmou o senador. Ele também lembrou que a falta de transparência pode gerar desgaste político e jurídico.

Conflitos internos e resistência ao nome de Flávio

O senador apontou tensões dentro do grupo bolsonarista, especialmente entre Flávio e Michelle Bolsonaro. 'Há uma disputa interna que enfraquece a candidatura. Parte do grupo não passa no exame psicotécnico do Detran', ironizou Mourão, referindo-se à falta de coesão e preparo político. Ele também ressaltou a importância de escolher um vice-presidente que agregue força à chapa.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Republicanos ainda não definiu apoio oficial

O partido Republicanos, ao qual Mourão é filiado, ainda não decidiu seu apoio oficial na corrida presidencial. O senador indicou que a legenda avalia o cenário político e o desgaste de Flávio, especialmente em áreas como economia e diplomacia. 'Flávio tem enfrentado dificuldades para apresentar propostas consistentes e dialogar com setores moderados', completou.

Comparação com Haddad e cenário eleitoral

Mourão traçou um paralelo entre a campanha de Flávio e a de Fernando Haddad em 2018, que substituiu Lula após sua inelegibilidade. 'Haddad herdou uma campanha desorganizada e enfrentou resistência interna. Flávio está em situação similar, mesmo com o apoio público de Jair Bolsonaro', afirmou. O senador concluiu que a transparência e a união são cruciais para qualquer candidatura viável.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar