Haddad defende investigação da PF sobre Banco Master e liga caso a Bolsonaro
Haddad defende investigação da PF sobre Banco Master

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu nesta sexta-feira (19) a investigação da Polícia Federal sobre o Banco Master, afirmando que é necessário apurar 'onde quer que os tentáculos do Banco Master tenham chegado'. A declaração foi dada durante entrevista à BandNews, após a operação que atingiu o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado.

Investigação e ligação com Bolsonaro

Haddad também tentou atrelar o caso ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, as irregularidades no Banco Master começaram durante a gestão de Bolsonaro. 'É essencial que a investigação vá a fundo, independentemente de quem seja atingido. O que não podemos é permitir que crimes fiquem impunes', declarou.

O senador Jaques Wagner é alvo da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, que investiga suposto recebimento de vantagens indevidas por parte do parlamentar. A operação cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Wagner e a outras pessoas investigadas.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Repercussão política

A declaração de Haddad gerou reações imediatas no meio político. Apoiadores do governo Lula elogiaram a postura do ex-ministro, enquanto opositores criticaram a tentativa de ligar o caso a Bolsonaro. O senador Jaques Wagner ainda não se manifestou publicamente sobre as acusações.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam e que novas medidas podem ser tomadas nos próximos dias. O Banco Master, por sua vez, afirmou em nota que está colaborando com as autoridades e que confia na apuração dos fatos.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar