Na coluna de hoje, Carlos Alberto Sardenberg analisa a prática recorrente dos políticos brasileiros de utilizar dinheiro público como ferramenta eleitoral. Segundo o jornalista, tanto governistas quanto oposicionistas tratam o gasto público como um direito inalienável para vencer eleições.
Subsídios e expectativas eleitorais
Em maio, a redução dos preços dos combustíveis, viabilizada por subsídios governamentais, gerou expectativa de aumento de popularidade para o presidente Lula. No entanto, Sardenberg ressalta que o custo fiscal dessas medidas é alarmante.
Impacto fiscal e dívida pública
Os gastos fiscais estimados em R$ 400 bilhões acendem o alerta para o desajuste das contas públicas. A dívida pública já atingiu 80% do Produto Interno Bruto (PIB), dificultando o crescimento econômico sustentável do país.
O colunista destaca que, sem um controle rigoroso dos gastos eleitorais, o Brasil corre o risco de comprometer ainda mais sua saúde fiscal, prejudicando investimentos e o bem-estar da população a longo prazo.



